Tocar um instrumento musical tem muitos benefĂ­cios e pode trazer alegria nĂŁo somente para quem toca, mas para todos que estĂŁo Ă  sua volta.

O filĂłsofo chinĂȘs ConfĂșcio disse hĂĄ muito tempo que “a mĂșsica produz um tipo de prazer que a natureza humana nĂŁo pode prescindir”.

Neste texto, a Presto aponta 10 benefĂ­cios que a arte de tocar um instrumento pode proporcionar.

Tenha uma Ăłtima leitura e inspire-se!

Tocar um instrumento musical – 10 BenefĂ­cios

1 – Aumenta sua capacidade de memorização

Uma pesquisa mostrou que tanto escutar mĂșsica como tocar um instrumento sĂŁo açÔes que estimulam o cĂ©rebro e podem aumentar a nossa memĂłria.

Em um estudo realizado, foram ministradas aulas de canto e teclado para um grupo de 22 crianças entre 3 e 4 anos de idade. Um outro grupo com 15 crianças da mesma idade não obteve nenhum tipo de aula musical.

Ambos os grupos foram colocados juntos nas mesmas atividades em sala de aula.

Os resultados apontaram para um aproveitamento 34% maior nas atividades escolares daqueles que receberam aulas de mĂșsica. E a melhora durou a longo prazo.

  1. Amplia as habilidades de gerenciamento de tempo e organização

Aprender a tocar um instrumento requer que vocĂȘ aprenda a ser organizado e saiba gerenciar seu tempo com sabedoria.

Um bom mĂșsico sabe que a qualidade do tempo de prĂĄtica Ă© mais valiosa do que a quantidade.

Para que um mĂșsico obtenha progresso mais rĂĄpido, deverĂĄ organizar seu tempo de prĂĄtica e planejar diferentes desafios para estudar, fazendo uso eficiente do seu tempo.

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  1. Torna mais fĂĄcil o trabalho em equipe

Saber trabalhar em equipe Ă© um requisito muito importante para ser bem sucedido na vida.

E tocar um instrumento  musical exige que vocĂȘ trabalhe com outras pessoas para produzir mĂșsica. Seja numa banda, num duo, trio ou orquestra, Ă© imprescindĂ­vel cooperar com os mĂșsicos ao seu redor.

AlĂ©m disso, para que um grupo faça uma mĂșsica bonita, cada instrumentista deve se ouvir e tambĂ©m ouvir os demais.

  1. Ensina a ser perseverante

Dominar a arte de tocar um instrumento musical leva tempo e esforço, o que realmente ensina paciĂȘncia e perseverança.

A maioria das pessoas nĂŁo consegue reproduzir todas as mĂșsicas perfeitamente na primeira vez.

Na verdade, grande parte dos mĂșsicos tem que trabalhar os trechos difĂ­ceis de mĂșsicas muitas vezes seguidas antes de tocĂĄ-las corretamente.

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Musicalização para crianças
  1. Melhora a coordenação

Coordenação é um dos atributos para tocar. Por exemplo, ao ler notas musicais em uma pågina seu cérebro deve converter, subconscientemente, essas notas em padrÔes motores específicos ao mesmo tempo que adiciona respiração e ritmo à mistura.

Uma habilidade que vem naturalmente com a prĂĄtica.

  1. Aperfeiçoa o raciocínio matemåtico

Ler uma partitura requer a contagem de notas e ritmos. AlĂ©m disso, aprender a teoria da mĂșsica inclui muitos aspectos matemĂĄticos.

Estudos demonstraram que os alunos que tocam instrumentos ou estudam as artes sĂŁo muitas vezes melhores em matemĂĄtica e alcançam notas mais altas na escola do que aqueles que nĂŁo tem relação com a mĂșsica.

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  1. Melhora suas habilidades de leitura e compreensĂŁo

Um artigo publicado na revista Psychology of Music aponta que as crianças expostas a um programa de ensino musical, envolvendo treinamento em habilidades rítmicas, tonais e pråticas progressivamente complexas, exibem um desempenho cognitivo superior em leitura e compreensão em relação aos colegas que não participaram do programa.

Isto porque mĂșsica envolve leitura e compreensĂŁo constantes. Quando se vĂȘ notas em preto e branco em uma pĂĄgina, Ă© preciso reconhecer qual Ă© o nome da nota e traduzi-la para uma posição da mĂŁo.

Ao mesmo tempo, Ă© preciso reconhecer os ritmos em que estĂŁo estas notas para produzi-las no padrĂŁo correto.

  1. Aumenta a responsabilidade

Tocar um instrumento também traz uma série de responsabilidades. A manutenção e alguns cuidados são muito importantes para manter um instrumento em condiçÔes de uso.

Cada tipo instrumento tem procedimentos diferentes para manter o funcionamento correto, mas a maioria dos instrumentos precisa de limpeza e alguma forma de lubrificação.

Além desses cuidados, hå questÔes como os compromissos musicais, sejam aulas, ensaios, performances e tempo para estudar.

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  1. Coloca vocĂȘ em um contexto histĂłrico-cultural

Muitas vezes a mĂșsica reflete o ambiente e perĂ­odo de sua criação.

Portanto, vocĂȘ aprende uma variedade de tipos de mĂșsica, como clĂĄssicas, folclĂłrica, medieval, barroca e outros gĂȘneros.

A mĂșsica em si Ă© histĂłria, e cada peça geralmente tem seu prĂłprio pano de fundo e momento histĂłrico em que foi composta.

  1. Momento de se expressar e aliviar o estresse

O instrumento Ă© seu e vocĂȘ poderĂĄ tocar nele aquilo que desejar! Quanto mais dedicação vocĂȘ colocar no estudo dele, maior serĂŁo as possibilidades de como vocĂȘ vai poder tocĂĄ-lo.

A mĂșsica Ă© uma arte, e assim como um artista pode pintar suas emoçÔes em uma tela, um mĂșsico pode tocar uma peça carregada de emoção.

Isso provou aliviar o estresse e pode ser uma Ăłtima forma de terapia.

Na verdade, a terapia musical tambĂ©m tem sido Ăștil no tratamento de crianças e adolescentes com autismo, depressĂŁo e outros distĂșrbios.

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Como vocĂȘ pode ver, tocar um instrumento musical tem muitos benefĂ­cios.

Que tal investir um tempinho e começar a praticar numa flauta, piano, violoncelo, violão, violino ou mesmo cantar?

Procure um professor perto de vocĂȘ e mergulhe no fantĂĄstico universo das sete notas. Com certeza este esforço valerĂĄ a pena.

E sempre que vocĂȘ encontrar desafios nesta empreitada musical, pense nos resultados finais e nunca esqueça as motivaçÔes que fazem com que vocĂȘ goste de tocar.

Como disse uma vez um dos grandes nomes do jazz mundial, o saxofonista Charlie Parker, “A mĂșsica Ă© sua prĂłpria experiĂȘncia, seu pensamento, sua sabedoria. Se vocĂȘ nĂŁo a viver, ela jamais vai sair do seu instrumento.”

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Camerata PRESTO

Violinos 1
Rael Gobatto, spalla
David Garcia
Julia Todesco Varini**
KauĂȘ Trojan**
JoĂŁo Pedro Ayres**

Violinos 2
Felipe Abel*
Henrique Macario Santos da Silva**
Eduardo Lautert
Guilherme Silveira**

Violas
VinĂ­cius Reis*
Sophia Rech Willrich**
Cassiano Rocha
Matheus Rodrigues**

Violoncelos
Luyra Dutra*
Fabio Venturella
Isadora Gehres**
Paula Schaffer Saraiva**

Baixos
Filipe Muller*
Marcio Oliveira**

Clarinetas
Elimar Blazina**
Mirian Braga Dutra**

Fagotes
Davi Machado**
Isaac Marocco Vieira**

Trompetes
Elieser Fernandes Ribeiro**
AntĂŽnio Augusto Utzig**

Trombones
Paulo Fernando Ferreira**
Bruno Roldo Rudger**
Leandro Sudbrac**

Timpanos
André Franco**

Piano (preparação dos coros)
Eduardo Knob**

*LĂ­der de Naipe

**MĂșsico convidado

coral DE CÂMARA da ufSM

Sopranos
Luiza Morais de Azevedo
Maria Fernanda de Almeida Martins
NathĂĄlia Dal Carobo Reckelberg
Otavio Soares de Souza
Sophia Kiefer Lima


Contraltos
Lauren Tasquetto Toniolo
Luana Cristina Hahn
Luisa Freitas Garbosa
Mariana Lopes da Silva
Sara Dilly Scoralick Conceição


Tenores
Davi Janner Faller
Felipe Saldanha Pinto
Huilian Patrik Seidel
JoĂŁo Pedro Lima da Costa


Baixos
André Nadalon Bertoncheli
Mateus Henrique Granja Beledelli
Peterson Nascimento Machado
Vitor Gasperin

coral da ufrgs

Sopranos

Aline Almeida da Silva
Ana Karolina Ferreira Witt
Kai Luft Ribeiro
IamassĂȘ da Silva Vieira
Jessica Arruda Ferreira de Santana
JĂșlia Longhi
Luiza Lamouche
Luiza Frasson
Luise Cristine Spieweck Fialho
NatĂĄlia de Oliveira Pulcinelli

Contraltos

Atena Ramos Mallmann
Azair Salete MaurĂ­cio Oliveira
Bernardete Pilatti
Denise M Zancan
Dorete Terezinha Simon
EloĂ­sa Velter Christ Machry
FĂĄtima Teixeira Correa
Fernanda Borges
Ligia Helena Veronese Freire
Luciane Ely
Melissa Webster
Norma Pessopani
Rafaela Milidiu Pereira
Raquel Giulian

Tenores

Andrey Schoier
Gregory Richard da Silva Rodrigues
Jan Luc Santos Tavares
Marcus VinĂ­cius da Silva
Matheus Arruda Ferreira de Santana
Murilo Luft Ribeiro
Rafael Argenta Tams
VinĂ­cius de Macedo Berghahn
Roddy Chincha Malpartida

Baixos

Alvaro Freire
Cleomar Silveira dos Santos
Gabriel Andrada Bandeira
JoĂŁo Pedro Blaschke Correa
Otho Pickrodt Silva
Pablo GusmĂŁo Rodrigues
Rafael Gauer
Thales de Oliveira
Tiago Viegas da Silva

coro de cĂąmara da pucrs

Sopranos
Calisa Dozza BarĂŁo*
Camila Minuzzi Zanchetta
Cristina Guerrero
GlĂłria Maria de Lacerda Peixoto
Helenice Ramos dos Santos*
Juliana de Oliveira
Katia Ellis Schmitt Zanin
LĂșcia Vellozo*
Magda Martins
TĂąnia Lunelli Nunes*
VitĂłria Krenzinger de Vargas


Contraltos
Adriana Crippa*
Amanda Elise Rosa dos Santos
Cleusa Tiba Casa Nova
ElisĂąnia Venzke*
Flavia Koeche
Giulia Grandi
Karen Hofsetz*
Liege Abel
Magali Pozzobom Silva
Maria LĂșcia Baur*
PĂąmela Gabriela Santos*
Regina Conceição do Amaral Terra
Susana LĂŒders*
Suzana Matte Martins*
Vera Teixeira*


Tenores
Everton Tholozan
Juliano Quites da Paula
Paulo Alves de Souza
Paulo Martins Engel*
Rafael Bordini


Baixos
Paulo Gamboa AraĂșjo

Madrigal presto

Alessandra Prates
Amanda Garcias
Antonio Henrique Nogueira
Carine Fick
Carla Becker
Carla Saueressig
Carlos Escher
Cassia Santo Vito
Cristiane Abreu
Cristin Schwambach
Daniel Becker
Daniel Martins
Ingrid Pereira
Jandir de Almeida
Janete Vargas
Jontas PaixĂŁo
JĂșlia Passos Simon
JĂșlia Queiroz Paludo
Lais Scherer Donini
LĂșcia de Moura Passos
Marco Aurélio Scherer Bello
Maria de Lurdes Rohr
Maria Elisa Seger
Paloma Cordova
Rafael Brentano
Rafael Diesel
Rodrigo Braga
Sheila Vigarani
Suelen Suita
TĂąnia da Silva
Úrsula Pletsch

Carla Saueressig da Silva

Carla Saueressig da Silva nasceu em Novo Hamburgo, em 1979. É coralista desde a infñncia e sempre esteve envolvida em atividades musicais. 

Começou a estudar mĂșsica na prĂ©-adolescĂȘncia, fazendo aulas de flauta doce. No mesmo perĂ­odo, foi aluna de teclado nos Canarinhos de Novo Hamburgo, onde fez tambĂ©m dois cursos intensivos de fĂ©rias de tĂ©cnica vocal, o que lhe possibilitou prestar assessoria de preparação vocal em um dos coros do seu pai e em grupos vocais da IECLB. Posteriormente, foi aluna de teclado e piano na Escola de MĂșsica Sol e Cia, em Novo Hamburgo. Tornou-se professora particular de teclado aos catorze anos. Cantou em vĂĄrios corais da regiĂŁo. Ao longo de sua trajetĂłria como coralista, teve diferentes preparadores vocais e participou de oficinas de tĂ©cnica vocal. 

Executou a mĂșsica em casamentos e outros eventos, sozinha e com parceiros musicais. Tem experiĂȘncia em assessoria particular de canto. Atuou como musicista e coordenadora de grupos de canto em parĂłquias da IECLB durante muitos anos. 

É formada Bacharela em Teologia pela Faculdades EST (2007), em SĂŁo Leopoldo, e atualmente estĂĄ cursando Licenciatura em MĂșsica pelo Centro UniversitĂĄrio Claretiano.

Desde 2016, integra o coral Madrigal Presto, que tem JoĂŁo Paulo Sefrin como regente e Lucia Passos como preparadora vocal.

Sara Fleck Ramos

Sara Fleck Ramos, 21 anos, Ă© natural de Novo Hamburgo e iniciou seus estudos de piano aos 12. Graduanda do Bacharelado em Piano pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na classe do professor Dr. AndrĂ© Loss e integrante da Orquestra do Instituto de Artes da UFRGS. Durante trĂȘs anos, estudou piano no Curso de ExtensĂŁo em MĂșsica da UFRGS. Foi aluna do Instituto Sonarte Canela, onde estudou MĂșsica de CĂąmara e PrĂĄtica de Orquestra, tambĂ©m fazendo o trabalho de monitoria do curso de piano. Atua como professora de piano na Presto- ProduçÔes e PromoçÔes ArtĂ­sticas e faz apresentaçÔes como musicista convidada em orquestras e grupos de cĂąmara.

Daniel Castilhos

Formado no Curso de Graduação em MĂșsica: Licenciatura – Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – UERGS.  PĂłs-graduando em MĂșsica pela UERGS. Professor de mĂșsica no Clube do Professor GaĂșcho e no Centro Cultural 25 de Julho, ambos em Porto Alegre/RS.

Professor de MĂșsica da Rede Municipal de Ensino de Campo Bom/RS. Tem participado como solista convidado em Orquestras como Orquestra de CĂąmara Fundarte, Orquestra de CĂąmara ULBRA, Orquestra Sphaera Mundi e Orquestra SinfĂŽnica Villa-Lobos/SP.

Desenvolve trabalhos de mĂșsica de cĂąmara, com diversas formaçÔes instrumentais e integra o Quinteto Persch desde o inĂ­cio do grupo

Luyra Dutra

Luyra Dutra natural de Juiz de fora/MG é bacharel em violoncelo pela Universidade Federal de Minas Gerais.Durante a graduação participou como bolsista de diversos projetos de extensão voltados para o ensino além de ter sido estagiåria do Centro de Musicalização Integrada da UFMG, como professora de violoncelo e musicalização infantil. Atualmente é professora na Presto ProduçÔes em São Leopoldo, Nova Estação Escola de artistas em Porto Alegre e na Orquestra Jovem de Gramado. Atua como violoncelista na Camerata Presto, na Orquestra SinfÎnica de Gramado e participa de outros grupos pelo Rio Grande do Sul como convidada.

Franceli zimmer

Franceli Zimmer Ă© FonoaudiĂłloga, Especialista em Voz, Professora de TĂ©cnica Vocal, Cantora, Regente Coral e PĂłs graduanda em MĂșsica com ĂȘnfase em Educação Musical. Estudou canto LĂ­rico e Popular com renomados professores de quem recebeu aporte tĂ©cnico para atuar profissionalmente.

Realizou masterclass de canto com Carla Maffioletti, Eiko Senda, Monica Wagabi, Cintia De Los Santos, Ricardo Barp, entre outros. Realizou cursos de regĂȘncia coral com Mara Campos, MĂĄrcio Buzatto, Eduardo Fernandes, Linus Lerner, Pablo Trindad  Fez cursos e workshops na ĂĄrea do teatro com Zica Stockmanns, Camilo de LĂ©lis, Raulino Prezzi, Raul Voges. Atuou como Preparadora Vocal em vĂĄrias montagens teatrais como do Grupo Miseri Coloni, de Caxias do Sul -RS e Cia Acto de Garibaldi- RS.

Atualmente é Regente e presta Assessoria Fonoaudiológica ao Coro da Aabb de Garibaldi-RS, ao Coro Infantil, Juvenil e Adulto de Veranópolis-RS. Presta Assessoria Fonoaudiológica e faz a Preparação Vocal  do Coro Misto Piå, do Coro Masculino Stadtplatz e do Vocal Sem Batuta.

Atualmente faz a preparação vocal, atende clinicamente no seu consultório e acompanha a carreira de vårios cantores, atores, e outros profissionais da voz falada e cantada.

Aprimora seu conhecimento acerca do Canto (tĂ©cnica vocal) e Voz (saĂșde vocal) e RegĂȘncia coral participando de congressos, seminĂĄrios e oficinas sobre o assunto, e  estudando Canto hĂĄ anos com a renomada professora LĂșcia Passos em SĂŁo Leopoldo- RS.

Deborah Finocchiaro

Deborah Finocchiaro estreou no teatro em 1985. Bacharel em Interpretação Teatral na Faculdade de Artes CĂȘnicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1992), jĂĄ participou de centenas de trabalhos como atriz no teatro, cinema e televisĂŁo. É tambĂ©m diretora, locutora, produtora, apresentadora, roteirista e ministrante. Ao longo de sua carreira, recebeu 33 prĂȘmios, entre eles 9 de Melhor EspetĂĄculo, 18 de Melhor Atriz, 1 de Melhor Direção, 1 de Melhor Texto Adaptado, 1 de Melhor Roteiro e 3 como Melhor Artista de Teatro. 

 

Em 1993 criou a Companhia de Solos & Bem Acompanhados, que tem em seu repertĂłrio, entre outros, os espetĂĄculos “Pois Ă© Vizinha…”, direção Deborah Finocchiaro (1993), “Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario Quintana”, direção Deborah Finocchiaro e JessĂ© Oliveira (2006 – alĂ©m do espetĂĄculo contĂ©m CD, lançado em 2015 e DVD, lançado em 2017), “GPS GAZA”, orientação Camila Bauer (2014); “Caio do CĂ©u”, a partir da obra de Caio Fernando Abreu, direção LuĂ­s Artur Nunes (2017) e “DiĂĄrio Secreto de Uma SecretĂĄria Bilingue”, direção de VinĂ­cius Piedade e Deborah Finocchiaro (2019). Os projetos e “HistĂłrias de Um Canto – MemĂłrias de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul” (que consiste em um espetĂĄculo solo, um recital, um show musical e um registro da obra em livro/CD – 2008), “Palavra de Bolso – Onde a Literatura ganha Voz” (2016), “Sarau Voador – Literatura e Improvisos Transcriados”(2018). As obras literomusicais: “A Espessura da Vida” (2018), “Leitura Ă s Cegas” (2018); “Benção Poetinha”, a partir da obra de Vinicius de Morais (2018) e “Palavra Balada (2018). O espetĂĄculo audiovisual “InvisĂ­veis – HistĂłrias Para Acordar”, direção Deborah Finocchiaro (2020) e a websĂ©rie “ConfessionĂĄrio Relatos de Casa”, direção Deborah Finocchiaro e Luiz Alberto Cassol (2020).  


Em 2014 foi a artista homenageada do 21Âș Festival Internacional de Teatro Porto Alegre Em Cena, ganhando a biografia “A Arte Transformadora”, escrita pelo jornalista Luiz Gonzaga Lopes, que integra o 5Âș volume da coleção GaĂșchos Em Cena. Em 2020 foi tema do documentĂĄrio “Deborah! O Ato da Casa”, longa-metragem produzido durante a quarentena, direção Luiz Alberto Cassol (2020). De 2009 a 2019 assinou a coluna de teatro na RĂĄdio Band News FM Porto Alegre – 99,3.

gisele Cruz

Gisele Cruz Ă© mestre em Ensino das PrĂĄticas Musicais pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e bacharel em mĂșsica pela UNESP, tendo trabalhado por mais de 30 anos nos Centros de MĂșsica dos SESC SP. Ministra cursos de formação e capacitação de regentes e professores por todo o paĂ­s. Atualmente Ă© regente do VocalDante, grupos infantil e juvenil do ColĂ©gio Dante Alighieri (SP). É autora dos livros “Canto, canção, cantoria, como montar um coral infantil” publicado pelo SESC SP e, “Canto Coral Infanto-Juvenil” – versĂ”es para o educador e para o aluno – por solicitação e realização da AAPG – Associação de Amigos do Projeto Guri.

É autora colaboradora nos e-books “Cadernos do Painel – A preparação do regente”, org. Eduardo Lakschevitz (2016) e “Canto coral Infanto juvenil – açÔes e reflexĂ”es” org. DĂ©bora Andrade e Ana Gaborim (2020).

Site www.cantoecantoria.com.br

Cristiane Ferronato

É arte-educadora e regente Cristiane Ferronato utiliza a mĂșsica como possibilidade para transcriação, valendo-se especialmente de prĂĄticas coletivas de percussĂŁo e canto coral para instigar potenciais de existĂȘncia. Aprendeu com o sincretismo cultural brasileiro a valorizar e nutrir hibridismos artĂ­sticos durante mais de 20 anos de profissĂŁo. É Graduada em Pedagogia pela UCS (2003), PĂłs-Graduada em Capacitação Docente em MĂșsica Brasileira pela Anhembi Morumbi, de SĂŁo Paulo (2006), e Mestre em HistĂłria pela UCS (2020). Especializou-se como Educadora Brincante pelo “Instituto Brincante” (2007), de SĂŁo Paulo, e tambĂ©m na pedagogia musical Orff-Schulwerk pelo “The San Francisco Orff Course” (2015), nos Estados Unidos. 

Na regĂȘncia coral, inspirou-se conceitual e ideologicamente em profissionais como Mara Campos, Ana Yara Campos, Renato Filippini, Lucia Passos, Agnes Schmeling e Pablo Trindade Roballo, entre outros. Profissionais ligados Ă  Educação Musical, como Fernando Barba, Marlui Miranda, Lydia HortĂ©lio, Rosane Almeida, Sofia Lopez Ibor, Doug Goodkin, James Harding e Christa Coogan tambĂ©m nutriram suas aspiraçÔes artĂ­sticas. Ari Colares foi um de seus principais instigadores de estudos sobre percussĂŁo popular brasileira.

 

É diretora artĂ­stica e regente dos espetĂĄculos Moinho NĂŽmade (2019-) e Contrapontos (2017-), com o Coro Juvenil do Moinho/UCS, e concebeu tambĂ©m os espetĂĄculos Entre Elas (2011-2013), com as Meninas Cantoras de Nova PetrĂłpolis e Cantos do Nosso ChĂŁo e Outros Cantos (2011-2012), com o Coro Infanto-Juvenil de VeranĂłpolis e grupo Zingado.

Atualmente Ă© professora no Curso de Licenciatura em MĂșsica da Universidade de Caxias do Sul e regente e diretora artĂ­stica do Coro Juvenil do Moinho/UCS.

 

 

InformaçÔes sobre o produto de pesquisa do meu mestrado, que incluem um vídeo-documentårio (Moinhos Artistadores de Histórias) e uma dissertação (Jovens que cantam em bando: uma pråtica interdisciplinar e contemporùnea de canto coral em Caxias do Sul) podem ser conferidas no site: http://artistamentosembando.wixsite.com/cristianeferronato/mestrado

(vou falar desses produtos em meu vĂ­deo/palestra)

E mais informaçÔes podem ser conferidas nas redes sociais do Coro Juvenil do Moinho/UCS, grupo atual com quem trabalho:

https://www.facebook.com/CoroJuvenildoMoinho/

https://www.instagram.com/corojuvenildomoinhoucs/

https://www.youtube.com/channel/UCwtivWHYc28R8UY5mJZkKTQ

regĂȘncia Coral Adulto

  1. Pensando sobre RegĂȘncia

O que Ă© REGÊNCIA?

Pequeno histĂłrico sobre a regĂȘncia;

Afinal de contas, o que Ă© REGER?

O que um regente deve saber para reger um coro?

RegĂȘncia e tĂ©cnica vocal – qual a relação entre elas?

O regente e o preparador vocal;

 

  1. Pensando sobre a Técnica

A postura do regente;

Postura inicial;

Preparação – levari – respiração;

Marcação de compassos de 2, 3 4 e 6 tempos;

Inícios e finalizaçÔes nos vårios tempos de cada compasso;

Entradas e cortes das vozes no decorrer da mĂșsica;

MĂŁo direita e mĂŁo esquerda – quais suas funçÔes?

 

  1. Pensando sobre a PrĂĄtica

O regente deve ou pode cantar enquanto rege?

Como ler uma peça com o coro?

Como ensaiar uma peça?

 

Como ensaiar uma parte mais complexa de uma peça?

Como dar o tom de uma mĂșsica para o coro?

Como escolher o repertĂłrio?

 

  1. PrĂĄtica

Praticar, aos olhos da tĂ©cnica de regĂȘncia, trechos e/ou pequenas peças e

experimentar muitas sensaçÔes.

Carlos fecher

Carlos Völker-Fecher iniciou seus estudos de MĂșsica com Gilberto Bittencourt. Com ele teve seus primeiros passos tambĂ©m no estudo da RegĂȘncia.

Formou-se em RegĂȘncia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, na classe de Ernani Aguiar, concluindo seu bacharelado com a Ăłpera Der FreischĂŒtz.

Integrou a Equipe Curt Lange com Ernani Aguiar, AluĂ­zio Viegas, Alex Milagres, Geraldo Barbosa e Francisco D’El Rey Duarte.

Foi regente do Coro Contraponto de 1990 atĂ© 2010. Com este coro conquistou as medalhas de bronze – coro masculino – e ouro – coro misto no Harmonie Festival 2005, ocorrido em Lindenholzhausen-Limburg, na Alemanha.

Atuou tambĂ©m como maestro de coro junto a diversos nomes da mĂșsica popular.

Foi cantor lĂ­rico do Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Esteve Ă  frente de diversas orquestras brasileiras, das quais destacamos a Orquestra SinfĂŽnica da UFRJ, Orquestra de CĂąmara da UNIRIO, Rio Strings Orchestra, Orquestra SinfĂŽnica Nacional.

Mestre em MĂșsica, com habilitação em Musicologia, defendeu a dissertação “SuĂ­te SinfĂŽnica n.1 ‘Paulista’, de Guerra-Peixe: um estudo da orquestração como retrato do folclore”.

Doutor em MĂșsica, na subĂĄrea PrĂĄticas Interpretativas/RegĂȘncia Coral pela UFRJ, onde defendeu a tese “A Missa Afro-Brasileira de Carlos Alberto Pinto Fonseca perante as prescriçÔes litĂșrgicas da tradição catĂłlica”.

É professor de RegĂȘncia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e maestro e coordenador da Orquestra do Instituto de Artes da UFRGS.



JoĂŁo AntĂŽnio Borba

Em breve…

Vinicius Reis

Em breve

Luciano Reis

Iniciou seus estudos musicais em 1997  no Projeto Sinos Acorda da UNISINOS sob a orientação do maestro José Pedro Boéssio, desenvolvendo pråtica em orquestra e em grupos de cùmara. Estudou viola com o Professor Delmar Breunig.  Atua em diversas formaçÔes camerísticas e também como professor de viola e violino em escolas e  projetos sociais na região.

Filipe Muller

Graduou-se na UFRGS no curso  Bacharelado em Contrabaixo e desde 2004 atua na Orquestra de Cùmara Theatro São Pedro . De 2010 a 2017 atuou na Orquestra FilarmÎnica da PUC.

Desde 2015 atua na Orquestra SinfÎnica de Gramado. Também trabalhou nas seguintes orquestras: Orquestra SinfÎnica de Santa Catarina (2002 e 2003), Orquestra SinfÎnica de Porto Alegre, Orquestra SinfÎnica da UCS, Orquestra de Cùmara da ULBRA, Orquestra Sacra da ULBRA, Orquestra SinfÎnica da UNISINOS, Orquestra de Cùmara da UNISC, Orquestra de Cùmara de Feliz, Orquestra do Projeto Vésperas, Orquestra de Cùmara SESI- Fundarte, Orquestra de Sopros do Centro Cultural Eintracht. Em 2020 passa a integrar a Camerata PRESTO.

Eduardo Lautert

Em breve

Castro Alves, poeta de nosso tempo?

Por que dar voz e palco a um poeta do sĂ©culo dezenove? Em que medida podem seus versos provocar os coraçÔes e mentes de uma outra Ă©poca, submissa Ă  magia das novas tecnologias e blindada pela linguagem da urgĂȘncia e dos distanciamentos?

 

A resposta é menos complicada do que parece: Castro Alves é, mais do que nunca, um poeta contemporùneo. Sim, ele fala também a nosso tempo, através da indignação de seus versos. Porque, hoje, o mundo pode ser injusto e cruel, tantas vezes interessado na exclusão social, na exploração de outro tipo de senzala, na privação do mais sagrado dos direitos: o direito à Liberdade. Representam seus versos, assim, a voz dos injustiçados, dos perseguidos, dos insubmissos.

 

E, nos poemas que exaltam as guerras da IndependĂȘncia e do Paraguai novamente cresce a denĂșncia contra a indiferença – estigma tambĂ©m de nosso tempo. (“Quem dĂĄ aos pobres, empresta a Deus”)

 

Poeta sem rival da alma brasileira, traduziu com rara felicidade, a graça de um amor cheio de som e risos (“O laço de fita”) e a sensibilidade acolhedora da mĂșsica. (“O fantasma e a canção”).

 

Por fim, e nĂŁo menos importante, quantas vezes jĂĄ se ouviu, nos bancos escolares e no saguĂŁo das bibliotecas, o hino apaixonado ao livro e Ă s letras, marco civilizatĂłrio sem rival, traduzido em “O livro e a AmĂ©rica”?

 

É preciso dizer mais? Ouçamos Castro Alves e nos rendamos a seus versos que transcendem o tempo e o espaço!

 

Elvira Coelho Hoffmann