Entre todas as formações musicais disponíveis para eventos corporativos, o quarteto de cordas costuma ser a escolha mais segura, e também a mais mal compreendida. Muita gente ainda associa essa formação exclusivamente a casamentos, sem perceber o quanto ela funciona bem em convenções, congressos, lançamentos de produto e recepções institucionais. Neste artigo vamos explicar quando o quarteto de cordas realmente faz sentido, quanto costuma custar e o que perguntar antes de contratar.

Quarteto PRESTO

Depois de mais de 20 anos levando essa formação a eventos por todo o Rio Grande do Sul, aprendemos que o quarteto de cordas resolve um problema específico: como transmitir sofisticação sem competir com o conteúdo principal do evento. Poucas formações conseguem esse equilíbrio tão bem.

O que é um quarteto de cordas e por que ele é tão procurado em eventos corporativos?

Um quarteto de cordas é composto por dois violinos, uma viola e um violoncelo. Essa combinação específica de instrumentos existe há séculos porque produz uma sonoridade rica e equilibrada, capaz de preencher um ambiente sem soar alto ou intrusivo. É essa característica que faz do quarteto de cordas uma das formações mais requisitadas para eventos corporativos que buscam elegância sem exagero.

Além da sonoridade, existe um fator de percepção que pesa bastante na decisão das empresas: o quarteto de cordas comunica investimento e cuidado de forma imediata, só pela presença dos instrumentos e da formação clássica no palco ou no espaço do evento. Antes mesmo da primeira nota tocar, a formação já está transmitindo uma mensagem sobre o padrão daquele evento.

Em quais momentos do evento corporativo o quarteto de cordas funciona melhor?

A formação se encaixa particularmente bem em três momentos específicos. O primeiro é a recepção de convidados, onde o quarteto cria uma atmosfera acolhedora e elegante enquanto as pessoas chegam e se acomodam. O segundo é durante jantares e premiações, tocando de forma discreta ao fundo enquanto os convidados conversam, sem exigir atenção direta da plateia.

O terceiro momento, menos óbvio, mas cada vez mais comum, é em convenções e congressos formais, preenchendo pausas entre painéis, marcando a entrada de palestrantes importantes ou suavizando transições entre blocos de conteúdo denso. Nesses casos, o quarteto de cordas cumpre um papel quase funcional: ele dá ao público um respiro sonoro sem quebrar o tom sério do evento.

Quarteto de cordas toca só música clássica?

Não, e esse é um dos maiores mal-entendidos sobre a formação. Um bom quarteto de cordas profissional trabalha com repertório erudito e popular, incluindo arranjos instrumentais de MPB, música internacional contemporânea e até trilhas de cinema conhecidas. A versatilidade do repertório é, aliás, um dos pontos que vale perguntar diretamente antes de fechar contrato, porque nem todo grupo tem esse repertório ampliado pronto para uso.

Essa flexibilidade é o que permite que o quarteto se adapte ao perfil da empresa contratante. Uma instituição financeira mais tradicional pode preferir um repertório majoritariamente clássico, enquanto uma empresa de tecnologia mais jovem talvez se identifique melhor com arranjos instrumentais de música contemporânea tocados pelo mesmo quarteto. A formação continua a mesma, mas o repertório muda completamente a experiência.

Quanto custa um quarteto de cordas para evento corporativo?

O investimento em um quarteto de cordas costuma ficar em uma posição intermediária dentro do leque de formações disponíveis, considerando que envolve quatro músicos profissionais com formação específica em instrumentos de corda. O valor final depende da duração da apresentação, do deslocamento até o local do evento e de eventuais necessidades de sonorização, já que em espaços muito grandes ou ao ar livre pode ser necessário reforço de som para que a formação alcance todos os cantos do ambiente.

Uma dica prática: ao pedir orçamento, pergunte se o valor já inclui o tempo de montagem e ensaio prévio de repertório personalizado. Grupos mais experientes costumam reservar tempo específico para adequar o repertório ao perfil do evento antes do dia da apresentação, e isso normalmente já está embutido no valor total.

Quarteto de cordas ao vivo ou som ambiente gravado, qual escolher?

A diferença entre os dois é maior do que parece à primeira vista. Som ambiente gravado é previsível e mais barato, mas também é estático: toca a mesma coisa independente do que está acontecendo na sala. Um quarteto de cordas ao vivo lê o momento do evento e ajusta intensidade, andamento e até repertório em tempo real, algo que nenhuma playlist consegue replicar.

Existe também um efeito visual que o som gravado simplesmente não tem. Ver quatro músicos tocando ao vivo, com toda a linguagem corporal e presença que isso envolve, cria um ponto focal natural no ambiente que reforça a sensação de evento cuidadosamente produzido. Empresas que já testaram os dois formatos raramente voltam para o som gravado depois de experimentar a diferença que a presença ao vivo faz na percepção geral do evento.

O que perguntar antes de contratar um quarteto de cordas?

Vale perguntar sobre a experiência específica do grupo em eventos corporativos, não apenas em casamentos, já que a dinâmica é diferente: horários mais rígidos, presença de diretoria e necessidade de discrição em determinados momentos exigem um tipo de preparo distinto. Também vale perguntar sobre repertório disponível, tempo de apresentação incluso na proposta e se existe equipamento de backup caso algum instrumento apresente problema técnico no dia.

Por fim, pergunte sobre a estrutura por trás do grupo. Um quarteto vinculado a uma empresa com histórico consolidado, contrato formal e décadas de atuação tende a oferecer mais segurança do que músicos reunidos pontualmente para um único evento, sem vínculo profissional contínuo entre eles. Na PRESTO, o Quarteto de Cordas é uma das formações mais procuradas justamente por essa combinação de qualidade artística e estrutura profissional consolidada ao longo de mais de 20 anos no Rio Grande do Sul.

Já parou para imaginar como a chegada dos seus convidados mudaria se, em vez de uma trilha genérica tocando ao fundo, eles fossem recebidos por um quarteto de cordas ao vivo? É uma diferença sutil no papel, mas marcante na experiência real de quem participa.

Quarteto de cordas combina com que tipo de espaço de evento?

A formação se adapta bem a praticamente qualquer espaço, o que é outra razão para sua popularidade em eventos corporativos. Em salões fechados, a sonoridade natural dos instrumentos de corda já preenche o ambiente sem necessidade de amplificação, criando uma experiência mais intimista e acústica. Em espaços abertos ou ao ar livre, como pátios de hotéis ou vinícolas na Serra Gaúcha, geralmente é necessário um reforço discreto de som para que a formação alcance todos os convidados sem perder a qualidade natural do timbre.

Espaços institucionais, como auditórios de associações comerciais ou centros de convenções, também recebem bem o quarteto de cordas, principalmente durante momentos de abertura ou encerramento de eventos formais. A formação tem a vantagem de ocupar pouco espaço físico no palco ou no ambiente, o que facilita a logística em locais onde já existe muita estrutura de palco, telão ou equipamentos audiovisuais montados para o conteúdo principal do evento.

Qual a diferença entre o quarteto de cordas e outras formações de câmara?

Embora existam outras combinações possíveis de instrumentos de corda, como trios ou duos, o quarteto de cordas tradicional ocupa um lugar especial porque equilibra riqueza sonora com um número ainda administrável de músicos. Um trio de cordas, por exemplo, é uma opção um pouco mais econômica e igualmente elegante, mas com menos densidade harmônica do que o quarteto completo.

Para eventos que buscam uma sonoridade ainda mais ampla, existe também a opção de orquestra de câmara, formação maior que reúne mais instrumentistas e permite arranjos mais complexos. Esse tipo de formação costuma ser reservado para eventos institucionais de grande porte, onde o orçamento e a escala do evento comportam uma produção musical mais robusta. Entre o trio, o quarteto e a orquestra de câmara, a escolha ideal depende do equilíbrio entre orçamento disponível, tamanho do espaço e nível de sofisticação que o evento pede.

Como funciona o processo de contratação de um quarteto de cordas?

O processo costuma começar com uma conversa sobre o momento do evento em que a formação vai atuar e o clima que a empresa deseja transmitir. A partir dessas informações, uma equipe experiente sugere um repertório inicial, que pode ser ajustado conforme o gosto e a identidade da empresa contratante. Esse alinhamento prévio é o que garante que a apresentação do dia do evento realmente reflita o que foi combinado.

Depois da definição de repertório, entra a etapa de logística: horário de chegada para montagem, necessidade de sonorização conforme o espaço, e confirmação de todos os detalhes práticos como estacionamento e acesso ao local. Empresas com processos bem estabelecidos costumam enviar esse roteiro por escrito antes do evento, reduzindo a chance de qualquer mal-entendido no dia da apresentação.

Quarteto de cordas em eventos ao ar livre: o que muda?

Eventos ao ar livre trazem variáveis que não existem em espaços fechados, como vento, variação de temperatura e ruído externo. Instrumentos de corda são sensíveis a mudanças bruscas de temperatura e umidade, o que exige cuidado extra por parte dos músicos para manter os instrumentos afinados e em boas condições ao longo de toda a apresentação, especialmente em eventos de longa duração.

Nesse tipo de ambiente, também costuma ser necessário um reforço de som mais cuidadoso, já que o espaço aberto dissipa a sonoridade natural dos instrumentos de forma diferente de um salão fechado. Uma equipe experiente em eventos ao ar livre já conhece essas particularidades e consegue ajustar posicionamento e equipamento para manter a qualidade da apresentação mesmo fora de um ambiente controlado.

Repertório personalizado: como funciona na prática?

Personalizar o repertório de um quarteto de cordas para um evento corporativo geralmente envolve uma combinação entre peças já dominadas pelo grupo e arranjos específicos preparados para a ocasião. Se a empresa deseja uma música específica tocando em um momento de homenagem ou premiação, por exemplo, essa solicitação deve ser feita com antecedência suficiente para que o grupo possa preparar o arranjo com a qualidade esperada.

Grupos mais experientes já têm um catálogo amplo de arranjos prontos, o que agiliza bastante esse processo de personalização. Ainda assim, vale sempre conversar diretamente sobre expectativas de repertório durante a negociação, garantindo que tanto o cliente quanto o grupo estejam alinhados sobre o que será tocado antes mesmo do dia do evento chegar.

Quarteto de cordas ou banda completa: quando escolher cada um?

A escolha entre as duas formações depende diretamente do objetivo do momento específico do evento, não de uma preferência geral entre uma opção e outra. O quarteto de cordas funciona melhor quando o objetivo é criar uma atmosfera elegante e discreta, sustentando conversas e networking sem tomar o protagonismo do ambiente. Já a banda completa entra em cena quando o objetivo muda para gerar energia, movimentar a pista e criar um momento mais festivo e participativo.

Muitos eventos corporativos de maior porte, na verdade, combinam as duas formações em momentos diferentes: o quarteto de cordas na recepção e durante o jantar, e uma banda completa depois, quando o evento migra para o momento de confraternização mais descontraído. Essa combinação aproveita o melhor de cada formação, respeitando o ritmo natural de um evento que passa por fases distintas ao longo da noite.

Vale se preocupar com o cuidado dos instrumentos em eventos externos?

Vale, e é um detalhe que raramente o contratante pensa, mas que uma equipe experiente já leva em conta automaticamente. Instrumentos de corda são sensíveis a variações bruscas de temperatura, umidade e exposição direta ao sol, o que exige cuidados específicos em eventos realizados ao ar livre ou em espaços sem climatização adequada.

Grupos profissionais já incorporam esses cuidados como parte natural do trabalho, escolhendo posicionamento que proteja os instrumentos de exposição excessiva e ajustando a apresentação conforme as condições do ambiente. Esse tipo de atenção não aparece em nenhum contrato, mas é exatamente o tipo de detalhe que separa uma equipe realmente experiente de um grupo reunido apenas para aquele evento específico.

Quantas peças o quarteto de cordas costuma preparar para um evento?

Isso varia bastante conforme a duração da apresentação e o número de momentos distintos do evento em que a formação vai atuar. Para uma recepção de cerca de uma hora, um repertório de dez a quinze peças, alternando entre estilos e andamentos diferentes, costuma ser suficiente para manter a ambientação sem repetição perceptível. Eventos mais longos, com o quarteto presente durante toda a noite, exigem naturalmente um repertório mais amplo.

Grupos experientes costumam ter um catálogo consolidado de dezenas de peças já dominadas, o que facilita bastante montar um repertório variado sem necessidade de preparação extensa para cada evento novo. Ainda assim, vale conversar sobre esse repertório disponível durante a negociação, principalmente se o evento tiver uma duração fora do padrão comum.

O que fica na memória de quem já viu um quarteto de cordas ao vivo

Em mais de vinte anos apresentando essa formação em eventos por todo o Rio Grande do Sul, um padrão se repete: convidados que talvez nunca tenham prestado atenção especial à música em um evento corporativo antes acabam comentando justamente sobre o quarteto de cordas depois. Existe algo na combinação de proximidade, sonoridade rica e presença visual dos quatro músicos que gera esse tipo de impressão duradoura, mesmo em quem não tem formação musical ou familiaridade prévia com esse tipo de apresentação.

Esse efeito é ainda mais evidente em eventos que buscam se diferenciar de uma rotina corporativa mais comum. Em um cenário onde a maioria dos eventos ainda usa apenas som ambiente gravado, a presença de um quarteto de cordas ao vivo se torna, por si só, um diferencial competitivo perceptível, algo que fica na lembrança dos convidados muito depois do evento ter terminado.

Vale considerar isso como parte da decisão: nem sempre a formação mais econômica é a que gera o maior retorno em termos de percepção e memória do evento. Um quarteto de cordas, mesmo representando um investimento um pouco maior do que formações mais simples, costuma entregar um retorno desproporcional em relação ao que custa, justamente por essa capacidade de marcar a experiência de quem participa de forma duradoura.

Se sua empresa está avaliando essa formação pela primeira vez, vale conversar diretamente com quem já trabalha com quarteto de cordas há anos, entendendo repertório disponível, estrutura necessária e como a formação pode se encaixar especificamente no seu tipo de evento. Esse tipo de conversa inicial, sem compromisso, costuma esclarecer dúvidas que nenhuma página de site consegue responder sozinha.

Formações consolidadas, com histórico real de eventos corporativos realizados em diferentes tipos de espaço e contexto, trazem uma segurança que vai além da qualidade musical em si. Elas já enfrentaram praticamente todo tipo de situação possível, desde ajustes de última hora até condições climáticas inesperadas em eventos ao ar livre, e essa bagagem se traduz diretamente na tranquilidade de quem contrata o serviço para um momento tão importante quanto um evento corporativo.

No fim, a escolha por um quarteto de cordas raramente é sobre seguir uma tendência ou repetir o que outras empresas já fizeram. É sobre reconhecer que existe uma formação capaz de comunicar sofisticação, cuidado e seriedade de forma imediata, sem depender de grandes discursos ou estruturas complexas, apenas com quatro instrumentos e músicos que sabem exatamente como usar essa sonoridade a favor do momento certo do seu evento. Essa combinação simples de elementos, bem executada, costuma render resultados que impressionam muito além do que o investimento relativamente moderado sugeriria à primeira vista.

Ailton Abreu, diretor da PRESTO Produções, mais de 20 anos de experiência no RS

Perguntas Frequentes

Um quarteto de cordas toca apenas música clássica?

Não. Grupos profissionais trabalham com repertório erudito e popular, incluindo arranjos de MPB e música contemporânea, adaptando-se ao perfil de cada evento.

O quarteto de cordas precisa de sonorização em ambientes grandes?

Em espaços muito amplos ou ao ar livre, sim, costuma ser necessário reforço de som para que a formação alcance todos os convidados com qualidade.

Qual a diferença entre contratar um quarteto de cordas e usar música ambiente gravada?

O quarteto ao vivo se adapta ao momento do evento em tempo real e cria presença visual, algo que a música gravada não consegue oferecer.

Quanto tempo de antecedência é necessário para contratar um quarteto de cordas?

O ideal é fechar com pelo menos 4 a 6 semanas de antecedência, garantindo tempo para curadoria e ensaio do repertório personalizado.

O quarteto de cordas precisa de um espaço específico para se apresentar?

Não necessariamente. A formação se adapta tanto a salões fechados quanto a espaços abertos, embora ambientes ao ar livre geralmente exijam reforço de som.

O Quarteto de Cordas PRESTO atende eventos corporativos em todo o Rio Grande do Sul?

Sim, é uma das formações mais procuradas da PRESTO, com atuação em eventos corporativos e institucionais em todo o estado.

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Camerata PRESTO

Violinos 1
Rael Gobatto, spalla
David Garcia
Julia Todesco Varini**
Kauê Trojan**
João Pedro Ayres**

Violinos 2
Felipe Abel*
Henrique Macario Santos da Silva**
Eduardo Lautert
Guilherme Silveira**

Violas
Vinícius Reis*
Sophia Rech Willrich**
Cassiano Rocha
Matheus Rodrigues**

Violoncelos
Luyra Dutra*
Fabio Venturella
Isadora Gehres**
Paula Schaffer Saraiva**

Baixos
Filipe Muller*
Marcio Oliveira**

Clarinetas
Elimar Blazina**
Mirian Braga Dutra**

Fagotes
Davi Machado**
Isaac Marocco Vieira**

Trompetes
Elieser Fernandes Ribeiro**
Antônio Augusto Utzig**

Trombones
Paulo Fernando Ferreira**
Bruno Roldo Rudger**
Leandro Sudbrac**

Timpanos
André Franco**

Piano (preparação dos coros)
Eduardo Knob**

*Líder de Naipe

**Músico convidado

coral DE CÂMARA da ufSM

Sopranos
Luiza Morais de Azevedo
Maria Fernanda de Almeida Martins
Nathália Dal Carobo Reckelberg
Otavio Soares de Souza
Sophia Kiefer Lima


Contraltos
Lauren Tasquetto Toniolo
Luana Cristina Hahn
Luisa Freitas Garbosa
Mariana Lopes da Silva
Sara Dilly Scoralick Conceição


Tenores
Davi Janner Faller
Felipe Saldanha Pinto
Huilian Patrik Seidel
João Pedro Lima da Costa


Baixos
André Nadalon Bertoncheli
Mateus Henrique Granja Beledelli
Peterson Nascimento Machado
Vitor Gasperin

coral da ufrgs

Sopranos

Aline Almeida da Silva
Ana Karolina Ferreira Witt
Kai Luft Ribeiro
Iamassê da Silva Vieira
Jessica Arruda Ferreira de Santana
Júlia Longhi
Luiza Lamouche
Luiza Frasson
Luise Cristine Spieweck Fialho
Natália de Oliveira Pulcinelli

Contraltos

Atena Ramos Mallmann
Azair Salete Maurício Oliveira
Bernardete Pilatti
Denise M Zancan
Dorete Terezinha Simon
Eloísa Velter Christ Machry
Fátima Teixeira Correa
Fernanda Borges
Ligia Helena Veronese Freire
Luciane Ely
Melissa Webster
Norma Pessopani
Rafaela Milidiu Pereira
Raquel Giulian

Tenores

Andrey Schoier
Gregory Richard da Silva Rodrigues
Jan Luc Santos Tavares
Marcus Vinícius da Silva
Matheus Arruda Ferreira de Santana
Murilo Luft Ribeiro
Rafael Argenta Tams
Vinícius de Macedo Berghahn
Roddy Chincha Malpartida

Baixos

Alvaro Freire
Cleomar Silveira dos Santos
Gabriel Andrada Bandeira
João Pedro Blaschke Correa
Otho Pickrodt Silva
Pablo Gusmão Rodrigues
Rafael Gauer
Thales de Oliveira
Tiago Viegas da Silva

coro de câmara da pucrs

Sopranos
Calisa Dozza Barão*
Camila Minuzzi Zanchetta
Cristina Guerrero
Glória Maria de Lacerda Peixoto
Helenice Ramos dos Santos*
Juliana de Oliveira
Katia Ellis Schmitt Zanin
Lúcia Vellozo*
Magda Martins
Tânia Lunelli Nunes*
Vitória Krenzinger de Vargas


Contraltos
Adriana Crippa*
Amanda Elise Rosa dos Santos
Cleusa Tiba Casa Nova
Elisânia Venzke*
Flavia Koeche
Giulia Grandi
Karen Hofsetz*
Liege Abel
Magali Pozzobom Silva
Maria Lúcia Baur*
Pâmela Gabriela Santos*
Regina Conceição do Amaral Terra
Susana Lüders*
Suzana Matte Martins*
Vera Teixeira*


Tenores
Everton Tholozan
Juliano Quites da Paula
Paulo Alves de Souza
Paulo Martins Engel*
Rafael Bordini


Baixos
Paulo Gamboa Araújo

Madrigal presto

Alessandra Prates
Amanda Garcias
Antonio Henrique Nogueira
Carine Fick
Carla Becker
Carla Saueressig
Carlos Escher
Cassia Santo Vito
Cristiane Abreu
Cristin Schwambach
Daniel Becker
Daniel Martins
Ingrid Pereira
Jandir de Almeida
Janete Vargas
Jontas Paixão
Júlia Passos Simon
Júlia Queiroz Paludo
Lais Scherer Donini
Lúcia de Moura Passos
Marco Aurélio Scherer Bello
Maria de Lurdes Rohr
Maria Elisa Seger
Paloma Cordova
Rafael Brentano
Rafael Diesel
Rodrigo Braga
Sheila Vigarani
Suelen Suita
Tânia da Silva
Úrsula Pletsch

Carla Saueressig da Silva

Carla Saueressig da Silva nasceu em Novo Hamburgo, em 1979. É coralista desde a infância e sempre esteve envolvida em atividades musicais. 

Começou a estudar música na pré-adolescência, fazendo aulas de flauta doce. No mesmo período, foi aluna de teclado nos Canarinhos de Novo Hamburgo, onde fez também dois cursos intensivos de férias de técnica vocal, o que lhe possibilitou prestar assessoria de preparação vocal em um dos coros do seu pai e em grupos vocais da IECLB. Posteriormente, foi aluna de teclado e piano na Escola de Música Sol e Cia, em Novo Hamburgo. Tornou-se professora particular de teclado aos catorze anos. Cantou em vários corais da região. Ao longo de sua trajetória como coralista, teve diferentes preparadores vocais e participou de oficinas de técnica vocal. 

Executou a música em casamentos e outros eventos, sozinha e com parceiros musicais. Tem experiência em assessoria particular de canto. Atuou como musicista e coordenadora de grupos de canto em paróquias da IECLB durante muitos anos. 

É formada Bacharela em Teologia pela Faculdades EST (2007), em São Leopoldo, e atualmente está cursando Licenciatura em Música pelo Centro Universitário Claretiano.

Desde 2016, integra o coral Madrigal Presto, que tem João Paulo Sefrin como regente e Lucia Passos como preparadora vocal.

Sara Fleck Ramos

Sara Fleck Ramos, 21 anos, é natural de Novo Hamburgo e iniciou seus estudos de piano aos 12. Graduanda do Bacharelado em Piano pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na classe do professor Dr. André Loss e integrante da Orquestra do Instituto de Artes da UFRGS. Durante três anos, estudou piano no Curso de Extensão em Música da UFRGS. Foi aluna do Instituto Sonarte Canela, onde estudou Música de Câmara e Prática de Orquestra, também fazendo o trabalho de monitoria do curso de piano. Atua como professora de piano na Presto- Produções e Promoções Artísticas e faz apresentações como musicista convidada em orquestras e grupos de câmara.

Daniel Castilhos

Formado no Curso de Graduação em Música: Licenciatura – Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – UERGS.  Pós-graduando em Música pela UERGS. Professor de música no Clube do Professor Gaúcho e no Centro Cultural 25 de Julho, ambos em Porto Alegre/RS.

Professor de Música da Rede Municipal de Ensino de Campo Bom/RS. Tem participado como solista convidado em Orquestras como Orquestra de Câmara Fundarte, Orquestra de Câmara ULBRA, Orquestra Sphaera Mundi e Orquestra Sinfônica Villa-Lobos/SP.

Desenvolve trabalhos de música de câmara, com diversas formações instrumentais e integra o Quinteto Persch desde o início do grupo

Luyra Dutra

Luyra Dutra natural de Juiz de fora/MG é bacharel em violoncelo pela Universidade Federal de Minas Gerais.Durante a graduação participou como bolsista de diversos projetos de extensão voltados para o ensino além de ter sido estagiária do Centro de Musicalização Integrada da UFMG, como professora de violoncelo e musicalização infantil. Atualmente é professora na Presto Produções em São Leopoldo, Nova Estação Escola de artistas em Porto Alegre e na Orquestra Jovem de Gramado. Atua como violoncelista na Camerata Presto, na Orquestra Sinfônica de Gramado e participa de outros grupos pelo Rio Grande do Sul como convidada.

Franceli zimmer

Franceli Zimmer é Fonoaudióloga, Especialista em Voz, Professora de Técnica Vocal, Cantora, Regente Coral e Pós graduanda em Música com ênfase em Educação Musical. Estudou canto Lírico e Popular com renomados professores de quem recebeu aporte técnico para atuar profissionalmente.

Realizou masterclass de canto com Carla Maffioletti, Eiko Senda, Monica Wagabi, Cintia De Los Santos, Ricardo Barp, entre outros. Realizou cursos de regência coral com Mara Campos, Márcio Buzatto, Eduardo Fernandes, Linus Lerner, Pablo Trindad  Fez cursos e workshops na área do teatro com Zica Stockmanns, Camilo de Lélis, Raulino Prezzi, Raul Voges. Atuou como Preparadora Vocal em várias montagens teatrais como do Grupo Miseri Coloni, de Caxias do Sul -RS e Cia Acto de Garibaldi- RS.

Atualmente é Regente e presta Assessoria Fonoaudiológica ao Coro da Aabb de Garibaldi-RS, ao Coro Infantil, Juvenil e Adulto de Veranópolis-RS. Presta Assessoria Fonoaudiológica e faz a Preparação Vocal  do Coro Misto Piá, do Coro Masculino Stadtplatz e do Vocal Sem Batuta.

Atualmente faz a preparação vocal, atende clinicamente no seu consultório e acompanha a carreira de vários cantores, atores, e outros profissionais da voz falada e cantada.

Aprimora seu conhecimento acerca do Canto (técnica vocal) e Voz (saúde vocal) e Regência coral participando de congressos, seminários e oficinas sobre o assunto, e  estudando Canto há anos com a renomada professora Lúcia Passos em São Leopoldo- RS.

Deborah Finocchiaro

Deborah Finocchiaro estreou no teatro em 1985. Bacharel em Interpretação Teatral na Faculdade de Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1992), já participou de centenas de trabalhos como atriz no teatro, cinema e televisão. É também diretora, locutora, produtora, apresentadora, roteirista e ministrante. Ao longo de sua carreira, recebeu 33 prêmios, entre eles 9 de Melhor Espetáculo, 18 de Melhor Atriz, 1 de Melhor Direção, 1 de Melhor Texto Adaptado, 1 de Melhor Roteiro e 3 como Melhor Artista de Teatro. 

 

Em 1993 criou a Companhia de Solos & Bem Acompanhados, que tem em seu repertório, entre outros, os espetáculos “Pois é Vizinha…”, direção Deborah Finocchiaro (1993), “Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario Quintana”, direção Deborah Finocchiaro e Jessé Oliveira (2006 – além do espetáculo contém CD, lançado em 2015 e DVD, lançado em 2017), “GPS GAZA”, orientação Camila Bauer (2014); “Caio do Céu”, a partir da obra de Caio Fernando Abreu, direção Luís Artur Nunes (2017) e “Diário Secreto de Uma Secretária Bilingue”, direção de Vinícius Piedade e Deborah Finocchiaro (2019). Os projetos e “Histórias de Um Canto – Memórias de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul” (que consiste em um espetáculo solo, um recital, um show musical e um registro da obra em livro/CD – 2008), “Palavra de Bolso – Onde a Literatura ganha Voz” (2016), “Sarau Voador – Literatura e Improvisos Transcriados”(2018). As obras literomusicais: “A Espessura da Vida” (2018), “Leitura às Cegas” (2018); “Benção Poetinha”, a partir da obra de Vinicius de Morais (2018) e “Palavra Balada (2018). O espetáculo audiovisual “Invisíveis – Histórias Para Acordar”, direção Deborah Finocchiaro (2020) e a websérie “Confessionário Relatos de Casa”, direção Deborah Finocchiaro e Luiz Alberto Cassol (2020).  


Em 2014 foi a artista homenageada do 21º Festival Internacional de Teatro Porto Alegre Em Cena, ganhando a biografia “A Arte Transformadora”, escrita pelo jornalista Luiz Gonzaga Lopes, que integra o 5º volume da coleção Gaúchos Em Cena. Em 2020 foi tema do documentário “Deborah! O Ato da Casa”, longa-metragem produzido durante a quarentena, direção Luiz Alberto Cassol (2020). De 2009 a 2019 assinou a coluna de teatro na Rádio Band News FM Porto Alegre – 99,3.

gisele Cruz

Gisele Cruz é mestre em Ensino das Práticas Musicais pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e bacharel em música pela UNESP, tendo trabalhado por mais de 30 anos nos Centros de Música dos SESC SP. Ministra cursos de formação e capacitação de regentes e professores por todo o país. Atualmente é regente do VocalDante, grupos infantil e juvenil do Colégio Dante Alighieri (SP). É autora dos livros “Canto, canção, cantoria, como montar um coral infantil” publicado pelo SESC SP e, “Canto Coral Infanto-Juvenil” – versões para o educador e para o aluno – por solicitação e realização da AAPG – Associação de Amigos do Projeto Guri.

É autora colaboradora nos e-books “Cadernos do Painel – A preparação do regente”, org. Eduardo Lakschevitz (2016) e “Canto coral Infanto juvenil – ações e reflexões” org. Débora Andrade e Ana Gaborim (2020).

Site www.cantoecantoria.com.br

Cristiane Ferronato

É arte-educadora e regente Cristiane Ferronato utiliza a música como possibilidade para transcriação, valendo-se especialmente de práticas coletivas de percussão e canto coral para instigar potenciais de existência. Aprendeu com o sincretismo cultural brasileiro a valorizar e nutrir hibridismos artísticos durante mais de 20 anos de profissão. É Graduada em Pedagogia pela UCS (2003), Pós-Graduada em Capacitação Docente em Música Brasileira pela Anhembi Morumbi, de São Paulo (2006), e Mestre em História pela UCS (2020). Especializou-se como Educadora Brincante pelo “Instituto Brincante” (2007), de São Paulo, e também na pedagogia musical Orff-Schulwerk pelo “The San Francisco Orff Course” (2015), nos Estados Unidos. 

Na regência coral, inspirou-se conceitual e ideologicamente em profissionais como Mara Campos, Ana Yara Campos, Renato Filippini, Lucia Passos, Agnes Schmeling e Pablo Trindade Roballo, entre outros. Profissionais ligados à Educação Musical, como Fernando Barba, Marlui Miranda, Lydia Hortélio, Rosane Almeida, Sofia Lopez Ibor, Doug Goodkin, James Harding e Christa Coogan também nutriram suas aspirações artísticas. Ari Colares foi um de seus principais instigadores de estudos sobre percussão popular brasileira.

 

É diretora artística e regente dos espetáculos Moinho Nômade (2019-) e Contrapontos (2017-), com o Coro Juvenil do Moinho/UCS, e concebeu também os espetáculos Entre Elas (2011-2013), com as Meninas Cantoras de Nova Petrópolis e Cantos do Nosso Chão e Outros Cantos (2011-2012), com o Coro Infanto-Juvenil de Veranópolis e grupo Zingado.

Atualmente é professora no Curso de Licenciatura em Música da Universidade de Caxias do Sul e regente e diretora artística do Coro Juvenil do Moinho/UCS.

 

 

Informações sobre o produto de pesquisa do meu mestrado, que incluem um vídeo-documentário (Moinhos Artistadores de Histórias) e uma dissertação (Jovens que cantam em bando: uma prática interdisciplinar e contemporânea de canto coral em Caxias do Sul) podem ser conferidas no site: http://artistamentosembando.wixsite.com/cristianeferronato/mestrado

(vou falar desses produtos em meu vídeo/palestra)

E mais informações podem ser conferidas nas redes sociais do Coro Juvenil do Moinho/UCS, grupo atual com quem trabalho:

https://www.facebook.com/CoroJuvenildoMoinho/

https://www.instagram.com/corojuvenildomoinhoucs/

https://www.youtube.com/channel/UCwtivWHYc28R8UY5mJZkKTQ

regência Coral Adulto

  1. Pensando sobre Regência

O que é REGÊNCIA?

Pequeno histórico sobre a regência;

Afinal de contas, o que é REGER?

O que um regente deve saber para reger um coro?

Regência e técnica vocal – qual a relação entre elas?

O regente e o preparador vocal;

 

  1. Pensando sobre a Técnica

A postura do regente;

Postura inicial;

Preparação – levari – respiração;

Marcação de compassos de 2, 3 4 e 6 tempos;

Inícios e finalizações nos vários tempos de cada compasso;

Entradas e cortes das vozes no decorrer da música;

Mão direita e mão esquerda – quais suas funções?

 

  1. Pensando sobre a Prática

O regente deve ou pode cantar enquanto rege?

Como ler uma peça com o coro?

Como ensaiar uma peça?

 

Como ensaiar uma parte mais complexa de uma peça?

Como dar o tom de uma música para o coro?

Como escolher o repertório?

 

  1. Prática

Praticar, aos olhos da técnica de regência, trechos e/ou pequenas peças e

experimentar muitas sensações.

Carlos fecher

Carlos Völker-Fecher iniciou seus estudos de Música com Gilberto Bittencourt. Com ele teve seus primeiros passos também no estudo da Regência.

Formou-se em Regência pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, na classe de Ernani Aguiar, concluindo seu bacharelado com a ópera Der Freischütz.

Integrou a Equipe Curt Lange com Ernani Aguiar, Aluízio Viegas, Alex Milagres, Geraldo Barbosa e Francisco D’El Rey Duarte.

Foi regente do Coro Contraponto de 1990 até 2010. Com este coro conquistou as medalhas de bronze – coro masculino – e ouro – coro misto no Harmonie Festival 2005, ocorrido em Lindenholzhausen-Limburg, na Alemanha.

Atuou também como maestro de coro junto a diversos nomes da música popular.

Foi cantor lírico do Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Esteve à frente de diversas orquestras brasileiras, das quais destacamos a Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra de Câmara da UNIRIO, Rio Strings Orchestra, Orquestra Sinfônica Nacional.

Mestre em Música, com habilitação em Musicologia, defendeu a dissertação “Suíte Sinfônica n.1 ‘Paulista’, de Guerra-Peixe: um estudo da orquestração como retrato do folclore”.

Doutor em Música, na subárea Práticas Interpretativas/Regência Coral pela UFRJ, onde defendeu a tese “A Missa Afro-Brasileira de Carlos Alberto Pinto Fonseca perante as prescrições litúrgicas da tradição católica”.

É professor de Regência na Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e maestro e coordenador da Orquestra do Instituto de Artes da UFRGS.



João Antônio Borba

Em breve…

Vinicius Reis

Em breve

Luciano Reis

Iniciou seus estudos musicais em 1997  no Projeto Sinos Acorda da UNISINOS sob a orientação do maestro José Pedro Boéssio, desenvolvendo prática em orquestra e em grupos de câmara. Estudou viola com o Professor Delmar Breunig.  Atua em diversas formações camerísticas e também como professor de viola e violino em escolas e  projetos sociais na região.

Filipe Muller

Graduou-se na UFRGS no curso  Bacharelado em Contrabaixo e desde 2004 atua na Orquestra de Câmara Theatro São Pedro . De 2010 a 2017 atuou na Orquestra Filarmônica da PUC.

Desde 2015 atua na Orquestra Sinfônica de Gramado. Também trabalhou nas seguintes orquestras: Orquestra Sinfônica de Santa Catarina (2002 e 2003), Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica da UCS, Orquestra de Câmara da ULBRA, Orquestra Sacra da ULBRA, Orquestra Sinfônica da UNISINOS, Orquestra de Câmara da UNISC, Orquestra de Câmara de Feliz, Orquestra do Projeto Vésperas, Orquestra de Câmara SESI- Fundarte, Orquestra de Sopros do Centro Cultural Eintracht. Em 2020 passa a integrar a Camerata PRESTO.

Eduardo Lautert

Em breve

Castro Alves, poeta de nosso tempo?

Por que dar voz e palco a um poeta do século dezenove? Em que medida podem seus versos provocar os corações e mentes de uma outra época, submissa à magia das novas tecnologias e blindada pela linguagem da urgência e dos distanciamentos?

 

A resposta é menos complicada do que parece: Castro Alves é, mais do que nunca, um poeta contemporâneo. Sim, ele fala também a nosso tempo, através da indignação de seus versos. Porque, hoje, o mundo pode ser injusto e cruel, tantas vezes interessado na exclusão social, na exploração de outro tipo de senzala, na privação do mais sagrado dos direitos: o direito à Liberdade. Representam seus versos, assim, a voz dos injustiçados, dos perseguidos, dos insubmissos.

 

E, nos poemas que exaltam as guerras da Independência e do Paraguai novamente cresce a denúncia contra a indiferença – estigma também de nosso tempo. (“Quem dá aos pobres, empresta a Deus”)

 

Poeta sem rival da alma brasileira, traduziu com rara felicidade, a graça de um amor cheio de som e risos (“O laço de fita”) e a sensibilidade acolhedora da música. (“O fantasma e a canção”).

 

Por fim, e não menos importante, quantas vezes já se ouviu, nos bancos escolares e no saguão das bibliotecas, o hino apaixonado ao livro e às letras, marco civilizatório sem rival, traduzido em “O livro e a América”?

 

É preciso dizer mais? Ouçamos Castro Alves e nos rendamos a seus versos que transcendem o tempo e o espaço!

 

Elvira Coelho Hoffmann