Essa é, sem dúvida, a pergunta mais comum de quem está organizando pela primeira vez um evento empresarial com música ao vivo. E é uma pergunta justa, porque diferente de outros itens de um evento, o preço de uma banda para evento corporativo não segue uma tabela fixa e pública. Neste artigo vamos abrir esse cálculo por completo, mostrando o que realmente forma o valor e como comparar propostas sem cair em armadilhas comuns.

Música ao vivo para eventos corporativos no Rio Grande do Sul — PRESTO Produções

Depois de anos organizando música ao vivo para eventos corporativos em todo o Rio Grande do Sul, aprendemos que a maior fonte de frustração não é o preço em si, mas a falta de clareza sobre o que aquele preço inclui. Empresas que entendem os fatores que compõem o valor tomam decisões melhores e evitam surpresas desagradáveis no dia do evento.

O que determina o preço de uma banda para evento corporativo?

O fator mais direto é o número de músicos envolvidos na apresentação. Um solo custa menos que um duo, que custa menos que um trio, e assim por diante até chegar em formações maiores como uma banda completa. Isso acontece porque cada músico adicional representa cachê próprio, tempo de ensaio, deslocamento e, em muitos casos, equipamento pessoal que precisa ser transportado e montado no local.

Além do número de músicos, outros fatores entram na conta. A duração da apresentação pesa bastante: uma hora de música custa proporcionalmente menos que três horas contínuas, porque envolve mais tempo de trabalho da equipe. O deslocamento também importa, principalmente em eventos realizados na Serra Gaúcha ou em cidades mais distantes dos grandes centros, onde o transporte de instrumentos e equipamento soma custo real ao orçamento final.

Quanto custa cada formação para um evento corporativo?

Não existe uma tabela universal válida para todo o mercado, mas dá para entender a lógica de custo relativa entre as formações mais comuns:

O importante aqui não é decorar valores fixos, já que eles variam conforme região, época do ano e disponibilidade de agenda, mas entender que o número de profissionais no palco é o principal fator, seguido de perto pela duração e complexidade da apresentação solicitada.

Formações musicais da PRESTO para eventos no RS

Quais outros custos entram além do cachê dos músicos?

Muita gente se surpreende ao descobrir que o cachê dos músicos é só uma parte do orçamento completo. Sonorização profissional, iluminação cênica e, em alguns casos, estrutura de palco também fazem parte do pacote em empresas mais estruturadas. Quando esses itens não estão inclusos na proposta inicial, o contratante precisa buscar fornecedores separados, o que costuma sair mais caro no total e ainda exige coordenação extra entre equipes que não trabalham juntas normalmente.

Outro custo que muitas vezes fica de fora do cálculo inicial é a taxa do ECAD, cobrada sempre que músicas protegidas por direitos autorais são executadas em eventos com fins comerciais. Fornecedores experientes já orientam o cliente sobre esse valor com antecedência, mas vale sempre perguntar diretamente se esse custo está incluído na proposta ou se será cobrado à parte.

Vale a pena contratar o orçamento mais barato?

Quase nunca. Em eventos corporativos, onde a imagem da empresa está sendo avaliada por clientes, parceiros e até concorrentes presentes, um imprevisto técnico ou uma apresentação abaixo do esperado custa muito mais caro em reputação do que a diferença de preço entre uma proposta e outra. Já vimos casos de empresas que economizaram no fornecedor de música e passaram o evento inteiro lidando com problemas de som, atrasos ou repertório mal ajustado ao público.

O critério mais seguro não é o menor preço, mas o melhor custo-benefício considerando estrutura, experiência e histórico do fornecedor. Um orçamento consideravelmente abaixo da média de mercado geralmente significa ausência de equipamento de backup, falta de ensaio prévio ou uma equipe menos preparada para lidar com imprevistos, riscos que em um casamento talvez sejam toleráveis, mas em um evento corporativo raramente são.

Como comparar propostas de música ao vivo de forma justa?

O primeiro passo é garantir que está comparando a mesma coisa. Peça que cada proposta detalhe exatamente o que está incluído: número de músicos, tempo de apresentação, equipamento de som e luz, transporte, e se a taxa do ECAD já está contemplada. Propostas genéricas, sem esse nível de detalhe, dificultam qualquer comparação séria e costumam esconder custos que aparecem só depois do contrato fechado.

Também vale conversar diretamente com quem vai coordenar o evento, não apenas trocar mensagens automatizadas. Uma boa conversa revela bastante sobre o nível de profissionalismo por trás da proposta: quem faz perguntas sobre o seu evento, sobre o público esperado e sobre os objetivos da empresa, normalmente está mais preparado para entregar algo alinhado ao que você realmente precisa.

Quando o investimento em música ao vivo compensa mais?

O retorno sobre esse investimento fica mais claro quando pensamos no papel da música dentro da experiência completa do evento. Em lançamentos de produto, convenções de vendas ou eventos institucionais com presença de clientes importantes, a música ao vivo comunica cuidado e seriedade antes mesmo de qualquer discurso começar. Esse tipo de percepção positiva se conecta diretamente à marca da empresa, algo difícil de medir em números, mas fácil de perceber em como os convidados comentam o evento depois.

Você já calculou quanto sua empresa investe em outros detalhes do evento, como decoração ou catering, comparado ao que investe na trilha sonora? Vale a reflexão, porque muitas vezes a música recebe um orçamento residual quando deveria ser tratada com o mesmo cuidado estratégico dos outros elementos da experiência.

Existe diferença de preço entre eventos em Porto Alegre e no interior do RS?

Existe, mas não da forma que a maioria das pessoas imagina. O fator que mais pesa não é a cidade em si, mas a distância entre a base da equipe musical e o local do evento. Um evento em Porto Alegre ou na região metropolitana costuma ter custo de deslocamento menor simplesmente por proximidade, enquanto eventos na Serra Gaúcha, em cidades como Bento Gonçalves ou Gramado, podem envolver custo adicional de transporte de equipamento e, em alguns casos, hospedagem da equipe quando o evento acontece em horário que inviabiliza o retorno no mesmo dia.

Isso não significa que organizar um evento corporativo no interior do estado seja necessariamente mais caro no total. Muitas vezes, hotéis e espaços de eventos na Serra Gaúcha já têm parcerias estabelecidas com fornecedores de música ao vivo da região, o que pode equilibrar esse custo extra de deslocamento. O importante é sempre perguntar, na hora do orçamento, como o deslocamento está sendo calculado e se existe algum valor fixo ou variável conforme a distância.

A época do ano influencia o preço da música ao vivo para evento corporativo?

Influencia, principalmente por causa da demanda. Novembro e dezembro concentram grande parte das confraternizações de fim de ano, período em que a procura por bandas e formações musicais dispara em todo o Rio Grande do Sul. Nessa época, além de valores um pouco mais altos, a disponibilidade de agenda das formações mais procuradas também diminui bastante, o que reforça a importância de fechar contrato com antecedência.

Por outro lado, meses mais tranquilos no calendário corporativo, como fevereiro, março ou agosto, costumam oferecer mais flexibilidade tanto de preço quanto de disponibilidade. Empresas que conseguem programar convenções, treinamentos ou eventos institucionais fora do pico de dezembro muitas vezes encontram condições mais vantajosas, simplesmente porque a demanda geral está mais baixa nesse período do ano.

O que aumenta o custo sem que o cliente perceba de imediato?

Existem custos que só aparecem depois que o orçamento inicial já foi apresentado, e é exatamente por isso que vale perguntar sobre eles com antecedência. Horário noturno avançado, por exemplo, costuma gerar adicional em algumas empresas, já que envolve deslocamento em horário diferenciado e, em alguns casos, hora extra para a equipe técnica de som e luz. Eventos que se estendem além do horário originalmente combinado também costumam gerar cobrança adicional proporcional ao tempo extra.

Outro custo que passa despercebido é o de energia elétrica e infraestrutura do local. Em espaços sem estrutura elétrica adequada para equipamentos de som e luz, pode ser necessário alugar um gerador ou reforçar a instalação elétrica existente, e esse tipo de custo geralmente não está incluso no orçamento da banda, sendo responsabilidade do espaço do evento ou do contratante. Vale confirmar com antecedência se o local já possui a estrutura necessária ou se isso precisará ser providenciado separadamente.

Como o tempo de apresentação afeta o orçamento final?

O tempo total de apresentação é um dos fatores que mais influencia o valor final, mas nem sempre de forma linear. Uma apresentação de uma hora custa proporcionalmente mais por hora do que uma apresentação de três horas, porque parte do investimento cobre custos fixos como deslocamento, montagem de equipamento e tempo de preparação, que existem independente da duração total da apresentação.

Por isso, ao comparar propostas, vale calcular o valor por hora efetiva de música, não apenas o valor total. Duas propostas com o mesmo preço final podem ter durações bem diferentes, e entender essa relação ajuda a identificar qual delas realmente oferece melhor custo-benefício para o formato específico do seu evento.

Vale contratar um pacote fechado ou pagar por item separado?

Na grande maioria dos casos, um pacote fechado que já inclui música, sonorização e iluminação sai mais vantajoso do que contratar cada item separadamente com fornecedores diferentes. Além do provável ganho financeiro, existe um ganho ainda maior em coordenação: quando a mesma equipe cuida de música e estrutura técnica, a comunicação no dia do evento fica muito mais simples, reduzindo o risco de falhas de alinhamento entre fornecedores que não têm o hábito de trabalhar juntos.

A exceção fica por conta de eventos muito grandes, com estrutura técnica extremamente robusta, onde pode fazer sentido contratar uma produtora especializada em estrutura separadamente da formação musical. Para a maioria dos eventos corporativos de porte médio, no entanto, o pacote fechado tende a ser tanto mais econômico quanto mais seguro do ponto de vista operacional.

Quando vale a pena negociar, e quando não vale?

Negociar tempo de apresentação, adequando à real necessidade do evento, costuma ser uma forma legítima e eficaz de ajustar o orçamento sem comprometer a qualidade. O mesmo vale para o tamanho da formação: às vezes um trio bem escolhido entrega o resultado necessário sem exigir o investimento de uma formação maior.

O que não vale a pena negociar é a estrutura de segurança por trás da apresentação, como equipamento de backup ou equipe de apoio técnico. Cortar esse tipo de item para reduzir custo aumenta significativamente o risco de imprevistos no dia do evento, e o que parecia uma economia inicial pode se transformar em um problema muito mais caro de resolver na frente dos convidados.

Como funciona o pagamento e o sinal de reserva?

A maioria das empresas de música ao vivo trabalha com um sinal de reserva no momento da contratação, garantindo a data na agenda, e o restante do pagamento é combinado para antes ou logo após o evento, dependendo da política de cada fornecedor. Esse modelo protege as duas partes: a empresa contratante garante a formação desejada, e o fornecedor garante que a data não será cancelada de última hora sem qualquer compensação.

Vale sempre confirmar por escrito as condições de pagamento, incluindo prazos, formas aceitas e o que acontece em caso de cancelamento ou remarcação por qualquer uma das partes. Empresas com processos financeiros mais formais, que exigem nota fiscal e prazos específicos de pagamento, devem alinhar isso logo no início da negociação, evitando desencontros na reta final antes do evento.

Empresas menores também conseguem contratar música ao vivo de qualidade?

Sim, e esse é um mal-entendido comum. Muita gente associa música ao vivo para eventos corporativos apenas a grandes empresas com orçamentos robustos, mas formações menores, como um solo ou um duo, tornam esse tipo de experiência acessível também para empresas de médio e pequeno porte, associações locais e escritórios que organizam eventos institucionais mais enxutos.

O importante é ajustar a expectativa ao orçamento disponível, escolhendo a formação e o tempo de apresentação que fazem sentido para a realidade daquele evento específico, em vez de tentar reproduzir uma estrutura pensada para eventos de grande porte. Uma recepção com um duo bem escolhido pode gerar o mesmo impacto positivo, proporcionalmente, que uma banda completa gera em um evento maior, desde que a escolha esteja alinhada ao contexto real.

O investimento em música ao vivo se paga a longo prazo?

De forma indireta, sim. Um evento corporativo bem lembrado fortalece a percepção da empresa entre clientes, parceiros e colaboradores, e essa percepção positiva tende a se refletir em relacionamentos comerciais mais sólidos, maior engajamento interno e até em indicações espontâneas de novos parceiros que participaram do evento. É difícil colocar um número exato nesse retorno, mas empresas que investem consistentemente em experiências bem produzidas, incluindo a trilha sonora, costumam relatar esse tipo de efeito ao longo do tempo.

Vale pensar nesse investimento não como um custo isolado de um evento específico, mas como parte de uma estratégia mais ampla de relacionamento e construção de marca. Empresas que tratam cada evento corporativo como uma oportunidade de reforçar sua identidade, em vez de apenas cumprir uma obrigação de calendário, tendem a extrair um valor muito maior desse tipo de investimento ao longo dos anos.

Evento EnCantos PRESTO — demonstração ao vivo das formações musicais

O que aprendemos depois de anos precificando eventos corporativos no RS

Uma das lições mais claras que a experiência de mais de duas décadas trouxe é que o cliente que pergunta mais durante a negociação quase sempre sai mais satisfeito no dia do evento. Empresas que investem tempo entendendo o que compõe o orçamento, comparando propostas com atenção e alinhando expectativas com clareza tendem a evitar praticamente todos os problemas mais comuns relacionados a preço e entrega.

Outra lição recorrente é que o valor certo não é o mais barato nem o mais caro do mercado, mas aquele que reflete com honestidade a estrutura, experiência e cuidado que serão entregues no seu evento específico. Encontrar esse equilíbrio exige um pouco de pesquisa e boas perguntas, mas o resultado, tanto na apresentação em si quanto na tranquilidade de saber que está em boas mãos, costuma valer bem esse esforço inicial.

No fim, orçamento e qualidade não precisam ser objetivos opostos. Com as perguntas certas, um pouco de comparação cuidadosa entre propostas e clareza sobre o que realmente importa para o seu evento específico, é totalmente possível encontrar uma formação musical que caiba no orçamento disponível sem abrir mão da segurança e do profissionalismo que um evento corporativo exige diante de clientes, parceiros e colaboradores. E se restar alguma dúvida sobre valores ou formações, conversar diretamente com quem organiza esse tipo de evento há anos costuma esclarecer muito mais do que qualquer tabela genérica encontrada pela internet. Cada evento corporativo tem particularidades próprias, e um orçamento bem construído reflete exatamente essas particularidades, não um valor padrão aplicado sem considerar o contexto real da sua empresa.

EnCantos 3 — Presto Produções

Perguntas Frequentes

Qual é a formação mais econômica para um evento corporativo?

Um músico solo, tocando violão, piano ou violino, costuma ser a opção de menor investimento, adequada para recepções discretas e momentos de fundo musical.

A taxa do ECAD está incluída no valor da banda?

Depende do fornecedor. Sempre pergunte diretamente se esse custo já está contemplado na proposta ou se será cobrado separadamente.

É possível negociar o valor de uma banda para evento corporativo?

Sim, dentro de certos limites, principalmente ajustando duração da apresentação e número de músicos. O importante é negociar sem abrir mão de itens que garantem segurança, como equipamento de backup.

Sonorização e iluminação já vêm incluídas no orçamento?

Varia de fornecedor para fornecedor. Empresas mais estruturadas costumam oferecer esses serviços como parte do pacote, o que evita a necessidade de contratar equipes separadas.

Dezembro é o mês mais caro para contratar música ao vivo?

Costuma ser um dos meses de maior demanda, o que pode elevar tanto o valor quanto reduzir a disponibilidade de agenda. Contratar com bastante antecedência ajuda a garantir melhores condições nesse período.

A PRESTO atende eventos corporativos em todo o Rio Grande do Sul?

Sim, a PRESTO atende empresas, hotéis, associações e instituições em todo o Rio Grande do Sul, com mais de 20 anos de atuação no estado.

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Camerata PRESTO

Violinos 1
Rael Gobatto, spalla
David Garcia
Julia Todesco Varini**
Kauê Trojan**
João Pedro Ayres**

Violinos 2
Felipe Abel*
Henrique Macario Santos da Silva**
Eduardo Lautert
Guilherme Silveira**

Violas
Vinícius Reis*
Sophia Rech Willrich**
Cassiano Rocha
Matheus Rodrigues**

Violoncelos
Luyra Dutra*
Fabio Venturella
Isadora Gehres**
Paula Schaffer Saraiva**

Baixos
Filipe Muller*
Marcio Oliveira**

Clarinetas
Elimar Blazina**
Mirian Braga Dutra**

Fagotes
Davi Machado**
Isaac Marocco Vieira**

Trompetes
Elieser Fernandes Ribeiro**
Antônio Augusto Utzig**

Trombones
Paulo Fernando Ferreira**
Bruno Roldo Rudger**
Leandro Sudbrac**

Timpanos
André Franco**

Piano (preparação dos coros)
Eduardo Knob**

*Líder de Naipe

**Músico convidado

coral DE CÂMARA da ufSM

Sopranos
Luiza Morais de Azevedo
Maria Fernanda de Almeida Martins
Nathália Dal Carobo Reckelberg
Otavio Soares de Souza
Sophia Kiefer Lima


Contraltos
Lauren Tasquetto Toniolo
Luana Cristina Hahn
Luisa Freitas Garbosa
Mariana Lopes da Silva
Sara Dilly Scoralick Conceição


Tenores
Davi Janner Faller
Felipe Saldanha Pinto
Huilian Patrik Seidel
João Pedro Lima da Costa


Baixos
André Nadalon Bertoncheli
Mateus Henrique Granja Beledelli
Peterson Nascimento Machado
Vitor Gasperin

coral da ufrgs

Sopranos

Aline Almeida da Silva
Ana Karolina Ferreira Witt
Kai Luft Ribeiro
Iamassê da Silva Vieira
Jessica Arruda Ferreira de Santana
Júlia Longhi
Luiza Lamouche
Luiza Frasson
Luise Cristine Spieweck Fialho
Natália de Oliveira Pulcinelli

Contraltos

Atena Ramos Mallmann
Azair Salete Maurício Oliveira
Bernardete Pilatti
Denise M Zancan
Dorete Terezinha Simon
Eloísa Velter Christ Machry
Fátima Teixeira Correa
Fernanda Borges
Ligia Helena Veronese Freire
Luciane Ely
Melissa Webster
Norma Pessopani
Rafaela Milidiu Pereira
Raquel Giulian

Tenores

Andrey Schoier
Gregory Richard da Silva Rodrigues
Jan Luc Santos Tavares
Marcus Vinícius da Silva
Matheus Arruda Ferreira de Santana
Murilo Luft Ribeiro
Rafael Argenta Tams
Vinícius de Macedo Berghahn
Roddy Chincha Malpartida

Baixos

Alvaro Freire
Cleomar Silveira dos Santos
Gabriel Andrada Bandeira
João Pedro Blaschke Correa
Otho Pickrodt Silva
Pablo Gusmão Rodrigues
Rafael Gauer
Thales de Oliveira
Tiago Viegas da Silva

coro de câmara da pucrs

Sopranos
Calisa Dozza Barão*
Camila Minuzzi Zanchetta
Cristina Guerrero
Glória Maria de Lacerda Peixoto
Helenice Ramos dos Santos*
Juliana de Oliveira
Katia Ellis Schmitt Zanin
Lúcia Vellozo*
Magda Martins
Tânia Lunelli Nunes*
Vitória Krenzinger de Vargas


Contraltos
Adriana Crippa*
Amanda Elise Rosa dos Santos
Cleusa Tiba Casa Nova
Elisânia Venzke*
Flavia Koeche
Giulia Grandi
Karen Hofsetz*
Liege Abel
Magali Pozzobom Silva
Maria Lúcia Baur*
Pâmela Gabriela Santos*
Regina Conceição do Amaral Terra
Susana Lüders*
Suzana Matte Martins*
Vera Teixeira*


Tenores
Everton Tholozan
Juliano Quites da Paula
Paulo Alves de Souza
Paulo Martins Engel*
Rafael Bordini


Baixos
Paulo Gamboa Araújo

Madrigal presto

Alessandra Prates
Amanda Garcias
Antonio Henrique Nogueira
Carine Fick
Carla Becker
Carla Saueressig
Carlos Escher
Cassia Santo Vito
Cristiane Abreu
Cristin Schwambach
Daniel Becker
Daniel Martins
Ingrid Pereira
Jandir de Almeida
Janete Vargas
Jontas Paixão
Júlia Passos Simon
Júlia Queiroz Paludo
Lais Scherer Donini
Lúcia de Moura Passos
Marco Aurélio Scherer Bello
Maria de Lurdes Rohr
Maria Elisa Seger
Paloma Cordova
Rafael Brentano
Rafael Diesel
Rodrigo Braga
Sheila Vigarani
Suelen Suita
Tânia da Silva
Úrsula Pletsch

Carla Saueressig da Silva

Carla Saueressig da Silva nasceu em Novo Hamburgo, em 1979. É coralista desde a infância e sempre esteve envolvida em atividades musicais. 

Começou a estudar música na pré-adolescência, fazendo aulas de flauta doce. No mesmo período, foi aluna de teclado nos Canarinhos de Novo Hamburgo, onde fez também dois cursos intensivos de férias de técnica vocal, o que lhe possibilitou prestar assessoria de preparação vocal em um dos coros do seu pai e em grupos vocais da IECLB. Posteriormente, foi aluna de teclado e piano na Escola de Música Sol e Cia, em Novo Hamburgo. Tornou-se professora particular de teclado aos catorze anos. Cantou em vários corais da região. Ao longo de sua trajetória como coralista, teve diferentes preparadores vocais e participou de oficinas de técnica vocal. 

Executou a música em casamentos e outros eventos, sozinha e com parceiros musicais. Tem experiência em assessoria particular de canto. Atuou como musicista e coordenadora de grupos de canto em paróquias da IECLB durante muitos anos. 

É formada Bacharela em Teologia pela Faculdades EST (2007), em São Leopoldo, e atualmente está cursando Licenciatura em Música pelo Centro Universitário Claretiano.

Desde 2016, integra o coral Madrigal Presto, que tem João Paulo Sefrin como regente e Lucia Passos como preparadora vocal.

Sara Fleck Ramos

Sara Fleck Ramos, 21 anos, é natural de Novo Hamburgo e iniciou seus estudos de piano aos 12. Graduanda do Bacharelado em Piano pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na classe do professor Dr. André Loss e integrante da Orquestra do Instituto de Artes da UFRGS. Durante três anos, estudou piano no Curso de Extensão em Música da UFRGS. Foi aluna do Instituto Sonarte Canela, onde estudou Música de Câmara e Prática de Orquestra, também fazendo o trabalho de monitoria do curso de piano. Atua como professora de piano na Presto- Produções e Promoções Artísticas e faz apresentações como musicista convidada em orquestras e grupos de câmara.

Daniel Castilhos

Formado no Curso de Graduação em Música: Licenciatura – Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – UERGS.  Pós-graduando em Música pela UERGS. Professor de música no Clube do Professor Gaúcho e no Centro Cultural 25 de Julho, ambos em Porto Alegre/RS.

Professor de Música da Rede Municipal de Ensino de Campo Bom/RS. Tem participado como solista convidado em Orquestras como Orquestra de Câmara Fundarte, Orquestra de Câmara ULBRA, Orquestra Sphaera Mundi e Orquestra Sinfônica Villa-Lobos/SP.

Desenvolve trabalhos de música de câmara, com diversas formações instrumentais e integra o Quinteto Persch desde o início do grupo

Luyra Dutra

Luyra Dutra natural de Juiz de fora/MG é bacharel em violoncelo pela Universidade Federal de Minas Gerais.Durante a graduação participou como bolsista de diversos projetos de extensão voltados para o ensino além de ter sido estagiária do Centro de Musicalização Integrada da UFMG, como professora de violoncelo e musicalização infantil. Atualmente é professora na Presto Produções em São Leopoldo, Nova Estação Escola de artistas em Porto Alegre e na Orquestra Jovem de Gramado. Atua como violoncelista na Camerata Presto, na Orquestra Sinfônica de Gramado e participa de outros grupos pelo Rio Grande do Sul como convidada.

Franceli zimmer

Franceli Zimmer é Fonoaudióloga, Especialista em Voz, Professora de Técnica Vocal, Cantora, Regente Coral e Pós graduanda em Música com ênfase em Educação Musical. Estudou canto Lírico e Popular com renomados professores de quem recebeu aporte técnico para atuar profissionalmente.

Realizou masterclass de canto com Carla Maffioletti, Eiko Senda, Monica Wagabi, Cintia De Los Santos, Ricardo Barp, entre outros. Realizou cursos de regência coral com Mara Campos, Márcio Buzatto, Eduardo Fernandes, Linus Lerner, Pablo Trindad  Fez cursos e workshops na área do teatro com Zica Stockmanns, Camilo de Lélis, Raulino Prezzi, Raul Voges. Atuou como Preparadora Vocal em várias montagens teatrais como do Grupo Miseri Coloni, de Caxias do Sul -RS e Cia Acto de Garibaldi- RS.

Atualmente é Regente e presta Assessoria Fonoaudiológica ao Coro da Aabb de Garibaldi-RS, ao Coro Infantil, Juvenil e Adulto de Veranópolis-RS. Presta Assessoria Fonoaudiológica e faz a Preparação Vocal  do Coro Misto Piá, do Coro Masculino Stadtplatz e do Vocal Sem Batuta.

Atualmente faz a preparação vocal, atende clinicamente no seu consultório e acompanha a carreira de vários cantores, atores, e outros profissionais da voz falada e cantada.

Aprimora seu conhecimento acerca do Canto (técnica vocal) e Voz (saúde vocal) e Regência coral participando de congressos, seminários e oficinas sobre o assunto, e  estudando Canto há anos com a renomada professora Lúcia Passos em São Leopoldo- RS.

Deborah Finocchiaro

Deborah Finocchiaro estreou no teatro em 1985. Bacharel em Interpretação Teatral na Faculdade de Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1992), já participou de centenas de trabalhos como atriz no teatro, cinema e televisão. É também diretora, locutora, produtora, apresentadora, roteirista e ministrante. Ao longo de sua carreira, recebeu 33 prêmios, entre eles 9 de Melhor Espetáculo, 18 de Melhor Atriz, 1 de Melhor Direção, 1 de Melhor Texto Adaptado, 1 de Melhor Roteiro e 3 como Melhor Artista de Teatro. 

 

Em 1993 criou a Companhia de Solos & Bem Acompanhados, que tem em seu repertório, entre outros, os espetáculos “Pois é Vizinha…”, direção Deborah Finocchiaro (1993), “Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario Quintana”, direção Deborah Finocchiaro e Jessé Oliveira (2006 – além do espetáculo contém CD, lançado em 2015 e DVD, lançado em 2017), “GPS GAZA”, orientação Camila Bauer (2014); “Caio do Céu”, a partir da obra de Caio Fernando Abreu, direção Luís Artur Nunes (2017) e “Diário Secreto de Uma Secretária Bilingue”, direção de Vinícius Piedade e Deborah Finocchiaro (2019). Os projetos e “Histórias de Um Canto – Memórias de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul” (que consiste em um espetáculo solo, um recital, um show musical e um registro da obra em livro/CD – 2008), “Palavra de Bolso – Onde a Literatura ganha Voz” (2016), “Sarau Voador – Literatura e Improvisos Transcriados”(2018). As obras literomusicais: “A Espessura da Vida” (2018), “Leitura às Cegas” (2018); “Benção Poetinha”, a partir da obra de Vinicius de Morais (2018) e “Palavra Balada (2018). O espetáculo audiovisual “Invisíveis – Histórias Para Acordar”, direção Deborah Finocchiaro (2020) e a websérie “Confessionário Relatos de Casa”, direção Deborah Finocchiaro e Luiz Alberto Cassol (2020).  


Em 2014 foi a artista homenageada do 21º Festival Internacional de Teatro Porto Alegre Em Cena, ganhando a biografia “A Arte Transformadora”, escrita pelo jornalista Luiz Gonzaga Lopes, que integra o 5º volume da coleção Gaúchos Em Cena. Em 2020 foi tema do documentário “Deborah! O Ato da Casa”, longa-metragem produzido durante a quarentena, direção Luiz Alberto Cassol (2020). De 2009 a 2019 assinou a coluna de teatro na Rádio Band News FM Porto Alegre – 99,3.

gisele Cruz

Gisele Cruz é mestre em Ensino das Práticas Musicais pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e bacharel em música pela UNESP, tendo trabalhado por mais de 30 anos nos Centros de Música dos SESC SP. Ministra cursos de formação e capacitação de regentes e professores por todo o país. Atualmente é regente do VocalDante, grupos infantil e juvenil do Colégio Dante Alighieri (SP). É autora dos livros “Canto, canção, cantoria, como montar um coral infantil” publicado pelo SESC SP e, “Canto Coral Infanto-Juvenil” – versões para o educador e para o aluno – por solicitação e realização da AAPG – Associação de Amigos do Projeto Guri.

É autora colaboradora nos e-books “Cadernos do Painel – A preparação do regente”, org. Eduardo Lakschevitz (2016) e “Canto coral Infanto juvenil – ações e reflexões” org. Débora Andrade e Ana Gaborim (2020).

Site www.cantoecantoria.com.br

Cristiane Ferronato

É arte-educadora e regente Cristiane Ferronato utiliza a música como possibilidade para transcriação, valendo-se especialmente de práticas coletivas de percussão e canto coral para instigar potenciais de existência. Aprendeu com o sincretismo cultural brasileiro a valorizar e nutrir hibridismos artísticos durante mais de 20 anos de profissão. É Graduada em Pedagogia pela UCS (2003), Pós-Graduada em Capacitação Docente em Música Brasileira pela Anhembi Morumbi, de São Paulo (2006), e Mestre em História pela UCS (2020). Especializou-se como Educadora Brincante pelo “Instituto Brincante” (2007), de São Paulo, e também na pedagogia musical Orff-Schulwerk pelo “The San Francisco Orff Course” (2015), nos Estados Unidos. 

Na regência coral, inspirou-se conceitual e ideologicamente em profissionais como Mara Campos, Ana Yara Campos, Renato Filippini, Lucia Passos, Agnes Schmeling e Pablo Trindade Roballo, entre outros. Profissionais ligados à Educação Musical, como Fernando Barba, Marlui Miranda, Lydia Hortélio, Rosane Almeida, Sofia Lopez Ibor, Doug Goodkin, James Harding e Christa Coogan também nutriram suas aspirações artísticas. Ari Colares foi um de seus principais instigadores de estudos sobre percussão popular brasileira.

 

É diretora artística e regente dos espetáculos Moinho Nômade (2019-) e Contrapontos (2017-), com o Coro Juvenil do Moinho/UCS, e concebeu também os espetáculos Entre Elas (2011-2013), com as Meninas Cantoras de Nova Petrópolis e Cantos do Nosso Chão e Outros Cantos (2011-2012), com o Coro Infanto-Juvenil de Veranópolis e grupo Zingado.

Atualmente é professora no Curso de Licenciatura em Música da Universidade de Caxias do Sul e regente e diretora artística do Coro Juvenil do Moinho/UCS.

 

 

Informações sobre o produto de pesquisa do meu mestrado, que incluem um vídeo-documentário (Moinhos Artistadores de Histórias) e uma dissertação (Jovens que cantam em bando: uma prática interdisciplinar e contemporânea de canto coral em Caxias do Sul) podem ser conferidas no site: http://artistamentosembando.wixsite.com/cristianeferronato/mestrado

(vou falar desses produtos em meu vídeo/palestra)

E mais informações podem ser conferidas nas redes sociais do Coro Juvenil do Moinho/UCS, grupo atual com quem trabalho:

https://www.facebook.com/CoroJuvenildoMoinho/

https://www.instagram.com/corojuvenildomoinhoucs/

https://www.youtube.com/channel/UCwtivWHYc28R8UY5mJZkKTQ

regência Coral Adulto

  1. Pensando sobre Regência

O que é REGÊNCIA?

Pequeno histórico sobre a regência;

Afinal de contas, o que é REGER?

O que um regente deve saber para reger um coro?

Regência e técnica vocal – qual a relação entre elas?

O regente e o preparador vocal;

 

  1. Pensando sobre a Técnica

A postura do regente;

Postura inicial;

Preparação – levari – respiração;

Marcação de compassos de 2, 3 4 e 6 tempos;

Inícios e finalizações nos vários tempos de cada compasso;

Entradas e cortes das vozes no decorrer da música;

Mão direita e mão esquerda – quais suas funções?

 

  1. Pensando sobre a Prática

O regente deve ou pode cantar enquanto rege?

Como ler uma peça com o coro?

Como ensaiar uma peça?

 

Como ensaiar uma parte mais complexa de uma peça?

Como dar o tom de uma música para o coro?

Como escolher o repertório?

 

  1. Prática

Praticar, aos olhos da técnica de regência, trechos e/ou pequenas peças e

experimentar muitas sensações.

Carlos fecher

Carlos Völker-Fecher iniciou seus estudos de Música com Gilberto Bittencourt. Com ele teve seus primeiros passos também no estudo da Regência.

Formou-se em Regência pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, na classe de Ernani Aguiar, concluindo seu bacharelado com a ópera Der Freischütz.

Integrou a Equipe Curt Lange com Ernani Aguiar, Aluízio Viegas, Alex Milagres, Geraldo Barbosa e Francisco D’El Rey Duarte.

Foi regente do Coro Contraponto de 1990 até 2010. Com este coro conquistou as medalhas de bronze – coro masculino – e ouro – coro misto no Harmonie Festival 2005, ocorrido em Lindenholzhausen-Limburg, na Alemanha.

Atuou também como maestro de coro junto a diversos nomes da música popular.

Foi cantor lírico do Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Esteve à frente de diversas orquestras brasileiras, das quais destacamos a Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra de Câmara da UNIRIO, Rio Strings Orchestra, Orquestra Sinfônica Nacional.

Mestre em Música, com habilitação em Musicologia, defendeu a dissertação “Suíte Sinfônica n.1 ‘Paulista’, de Guerra-Peixe: um estudo da orquestração como retrato do folclore”.

Doutor em Música, na subárea Práticas Interpretativas/Regência Coral pela UFRJ, onde defendeu a tese “A Missa Afro-Brasileira de Carlos Alberto Pinto Fonseca perante as prescrições litúrgicas da tradição católica”.

É professor de Regência na Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e maestro e coordenador da Orquestra do Instituto de Artes da UFRGS.



João Antônio Borba

Em breve…

Vinicius Reis

Em breve

Luciano Reis

Iniciou seus estudos musicais em 1997  no Projeto Sinos Acorda da UNISINOS sob a orientação do maestro José Pedro Boéssio, desenvolvendo prática em orquestra e em grupos de câmara. Estudou viola com o Professor Delmar Breunig.  Atua em diversas formações camerísticas e também como professor de viola e violino em escolas e  projetos sociais na região.

Filipe Muller

Graduou-se na UFRGS no curso  Bacharelado em Contrabaixo e desde 2004 atua na Orquestra de Câmara Theatro São Pedro . De 2010 a 2017 atuou na Orquestra Filarmônica da PUC.

Desde 2015 atua na Orquestra Sinfônica de Gramado. Também trabalhou nas seguintes orquestras: Orquestra Sinfônica de Santa Catarina (2002 e 2003), Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica da UCS, Orquestra de Câmara da ULBRA, Orquestra Sacra da ULBRA, Orquestra Sinfônica da UNISINOS, Orquestra de Câmara da UNISC, Orquestra de Câmara de Feliz, Orquestra do Projeto Vésperas, Orquestra de Câmara SESI- Fundarte, Orquestra de Sopros do Centro Cultural Eintracht. Em 2020 passa a integrar a Camerata PRESTO.

Eduardo Lautert

Em breve

Castro Alves, poeta de nosso tempo?

Por que dar voz e palco a um poeta do século dezenove? Em que medida podem seus versos provocar os corações e mentes de uma outra época, submissa à magia das novas tecnologias e blindada pela linguagem da urgência e dos distanciamentos?

 

A resposta é menos complicada do que parece: Castro Alves é, mais do que nunca, um poeta contemporâneo. Sim, ele fala também a nosso tempo, através da indignação de seus versos. Porque, hoje, o mundo pode ser injusto e cruel, tantas vezes interessado na exclusão social, na exploração de outro tipo de senzala, na privação do mais sagrado dos direitos: o direito à Liberdade. Representam seus versos, assim, a voz dos injustiçados, dos perseguidos, dos insubmissos.

 

E, nos poemas que exaltam as guerras da Independência e do Paraguai novamente cresce a denúncia contra a indiferença – estigma também de nosso tempo. (“Quem dá aos pobres, empresta a Deus”)

 

Poeta sem rival da alma brasileira, traduziu com rara felicidade, a graça de um amor cheio de som e risos (“O laço de fita”) e a sensibilidade acolhedora da música. (“O fantasma e a canção”).

 

Por fim, e não menos importante, quantas vezes já se ouviu, nos bancos escolares e no saguão das bibliotecas, o hino apaixonado ao livro e às letras, marco civilizatório sem rival, traduzido em “O livro e a América”?

 

É preciso dizer mais? Ouçamos Castro Alves e nos rendamos a seus versos que transcendem o tempo e o espaço!

 

Elvira Coelho Hoffmann