Música ao vivo para eventos corporativos é o recurso que transforma uma reunião de trabalho em uma experiência memorável, criando a atmosfera certa para networking, apresentações institucionais ou celebrações de fim de ano. Depois de mais de 20 anos organizando música ao vivo para empresas em todo o Rio Grande do Sul, uma coisa ficou clara: o som ambiente de um evento comunica tanto quanto o discurso do diretor no palco. Ele diz, sem palavras, se aquela empresa se importa com os detalhes. E os convidados sentem isso, mesmo sem conseguir explicar por quê.

Música ao vivo para eventos corporativos no Rio Grande do Sul — PRESTO Produções

Muita gente que nunca contratou música para um evento empresarial imagina que se trata só de “colocar uma banda tocando no canto da sala”. Na prática, é bem mais estratégico do que isso. A escolha da formação, do repertório e até do volume do som interfere diretamente em como as pessoas conversam, se movimentam e se lembram do evento depois. Um coquetel de lançamento de produto pede uma sonoridade completamente diferente de uma convenção de vendas ou de uma festa de confraternização. E é justamente aí que a maioria das empresas erra: aplica a mesma fórmula para eventos com objetivos muito diferentes.

O que é música ao vivo para eventos corporativos e por que ela faz diferença?

Música ao vivo para eventos corporativos é a apresentação de músicos profissionais, solo, duo, trio ou formações maiores, tocando de forma personalizada durante encontros empresariais, com repertório e volume ajustados ao momento e ao público. Diferente de uma playlist automática, ela reage ao ambiente: um músico experiente percebe quando o salão está mais cheio, quando a conversa está fluindo bem e quando é hora de subir a energia ou baixar o tom para uma fala importante. Essa leitura em tempo real é algo que nenhum sistema de som programado consegue replicar, e é exatamente o que separa um evento “com música” de um evento com trilha sonora bem pensada.

Empresas que já testaram os dois formatos costumam relatar a mesma coisa: convidados circulam mais, ficam mais tempo no evento e comentam depois sobre a experiência, não só sobre o produto ou a pauta apresentada. Isso acontece porque a música ao vivo ativa uma sensação de cuidado e de investimento por parte de quem organizou. Em convenções e feiras, por exemplo, o som certo pode ser o diferencial entre um estande esvaziado e um estande que atrai curiosos só pelo clima que ele cria em volta.

Que formação musical combina com cada tipo de evento empresarial?

A formação ideal depende do objetivo do evento, do tamanho do espaço e do momento em que a música vai tocar. Para recepções e coquetéis, um duo acústico costuma funcionar muito bem, já que ocupa pouco espaço, tem volume discreto e permite conversas paralelas sem competir com elas. Já para jantares de premiação ou eventos com apresentação de resultados, uma formação de cordas costuma elevar o tom institucional sem parecer pesada ou formal demais. Aqui na PRESTO, o Quarteto de Cordas costuma ser a escolha mais pedida quando a empresa quer transmitir sofisticação sem cair em clichê.

Já em situações mais festivas, como confraternizações de fim de ano ou eventos de integração, bandas maiores como a Banda Flor entram em cena, trazendo repertório dançante e energia para os momentos em que a intenção é descontrair o time. Convenções e feiras têm uma lógica própria: ali, o som precisa ser versátil o suficiente para tocar em intervalos entre palestras, acompanhar coquetéis de abertura e, às vezes, embalar até um jantar de encerramento. Alguns formatos que costumam funcionar bem incluem:

Um detalhe que só quem já organizou centenas desses eventos percebe: o tamanho do salão muda tudo. Uma banda grande em um espaço pequeno satura o som e atrapalha a conversa, enquanto um duo em um salão enorme pode soar “perdido” e sem presença. Por isso, antes de fechar qualquer contratação, vale sempre alinhar com quem vai tocar as dimensões reais do espaço, e não só a expectativa de clima que a empresa quer criar.

Formações musicais da PRESTO para eventos no RS

Como escolher a banda ou os músicos certos para o evento da empresa?

Escolher bem passa por três critérios principais: o objetivo do evento, o perfil do público presente e a estrutura técnica do local. Antes de pensar em nomes de bandas ou em repertório, vale sentar e responder: esse evento é para impressionar clientes, motivar a equipe interna ou celebrar uma conquista? Cada resposta aponta para uma direção musical diferente. Um evento voltado a clientes internacionais, por exemplo, costuma pedir um repertório mais neutro e instrumental, enquanto uma confraternização interna pode arriscar músicas mais populares e regionais, já que o time se identifica com aquilo.

O perfil etário e profissional do público também pesa bastante nessa escolha. Uma convenção de vendas com equipe jovem tende a reagir bem a formações mais dinâmicas, enquanto um congresso empresarial com executivos e parceiros institucionais geralmente combina melhor com música clássica para evento empresarial ou formações acústicas mais discretas. Vale lembrar que música ao vivo não precisa ser o centro das atenções o tempo todo. Em muitos casos, o papel dela é justamente não chamar atenção demais, servindo como pano de fundo elegante para conversas de negócio.

A estrutura técnica do local é o terceiro ponto que costuma ser esquecido até o último momento. Tomadas disponíveis, espaço físico para os músicos, acústica do ambiente e até a proximidade de outras salas com eventos simultâneos interferem diretamente na escolha da formação. Uma empresa de eventos experiente sempre faz essa vistoria antes, e não depois, de fechar contrato. Vale considerar também:

Quanto custa banda para evento corporativo?

O valor de uma banda para evento corporativo varia principalmente conforme o número de músicos, a duração da apresentação, o deslocamento até o local e a complexidade técnica exigida. Um duo acústico de duas horas custa significativamente menos do que uma banda completa com bateria, teclado, sopros e sistema de som próprio para uma festa de cinco horas. Isso é intuitivo, mas o que muita empresa não considera é que o valor também muda conforme o horário e o dia da semana: eventos em datas de alta demanda, como dezembro, costumam ter tabelas diferenciadas, assim como apresentações que exigem deslocamento para cidades do interior ou da Serra Gaúcha.

Outro fator que pesa no orçamento é o tempo de ensaio e personalização do repertório. Quando uma empresa pede um repertório totalmente customizado, com músicas específicas da marca ou até jingles institucionais, isso demanda um trabalho de preparação que também entra na composição do valor. Da mesma forma, formações mais elaboradas como o Presto Premium Acústico ou a Camerata PRESTO exigem mais músicos e mais tempo de organização logística, o que naturalmente reflete no investimento final. Antes de pedir orçamento, é útil já ter em mente:

Ter essas informações em mãos antes de solicitar uma proposta acelera muito o processo e evita orçamentos genéricos que depois precisam ser refeitos. Uma prática que ajuda bastante é já enviar o briefing do evento junto com o pedido de orçamento, incluindo o horário estimado da apresentação e se há intervalos programados para falas institucionais.

Música ao vivo realmente vale o investimento em eventos empresariais?

Sim, e a razão está menos na estética e mais no comportamento das pessoas dentro do evento. Ambientes com música ao vivo bem calibrada reduzem o desconforto natural do início de eventos de networking, aquele momento em que ninguém sabe muito bem com quem conversar. O som cria uma espécie de “permissão social” para as pessoas se aproximarem, comentarem sobre a apresentação e iniciarem conversas mais leves antes de entrar em assuntos de negócio. Isso é especialmente valioso em feiras e congressos, onde o objetivo real é gerar conexões, não apenas expor um produto.

Há também um efeito de percepção de marca que poucas empresas medem, mas que aparece claramente em pesquisas de satisfação pós-evento. Convidados tendem a associar a qualidade musical do evento à qualidade geral da empresa organizadora, mesmo que isso não seja um julgamento consciente. Um evento com música ao vivo bem escolhida parece mais caro, mais cuidado e mais profissional do que um evento equivalente com som ambiente genérico, mesmo quando o orçamento total é parecido. Esse é um dos motivos pelos quais tantas empresas repetem a contratação de música ao vivo ano após ano, mesmo sem conseguir explicar exatamente o retorno em números.

Quais erros as empresas mais cometem ao contratar música para eventos corporativos?

O erro mais comum é decidir o repertório sem pensar no momento exato em que a música vai tocar dentro da programação do evento. É bastante frequente uma empresa pedir “algo animado” para tocar durante um discurso importante, ou “algo calmo” bem na hora em que os convidados estão chegando e precisam de energia para entrar no clima. Um bom fornecedor de música ao vivo para eventos corporativos sempre pergunta qual é a sequência da programação antes de montar o repertório, porque o momento certo da música importa tanto quanto o estilo escolhido.

Outro erro recorrente é deixar a definição da formação musical para a última semana antes do evento. Formações maiores, como quartetos ou bandas completas, exigem tempo de organização logística, ensaio e, em alguns casos, deslocamento programado com antecedência, principalmente para eventos fora de Porto Alegre. Deixar isso para cima da hora limita as opções disponíveis e, muitas vezes, força a empresa a aceitar uma formação diferente da que realmente combinava com o evento. Alguns cuidados simples evitam boa parte dos problemas:

Um último ponto que só aparece depois de centenas de eventos realizados é a importância de ter um plano B para imprevistos técnicos, como falta de energia ou mudança repentina de local por causa do clima. Empresas experientes no ramo de eventos corporativos sempre chegam com equipamento reserva e alternativas acústicas para esses cenários, algo que faz toda a diferença quando o imprevisto acontece bem na hora em que os convidados já estão chegando.

Música ao vivo para convenções e feiras: existe uma lógica diferente?

Sim, convenções e feiras pedem uma abordagem distinta porque a música precisa conviver com múltiplas atividades acontecendo ao mesmo tempo. Diferente de um casamento ou uma festa, onde a música costuma ser o centro da atenção em determinados momentos, em feiras ela geralmente atua como pano de fundo contínuo, precisando se adaptar a intervalos entre palestras, coquetéis de abertura e até apresentações de outros estandes próximos. Isso exige músicos com boa leitura de ambiente e repertório amplo o suficiente para não se repetir ao longo de várias horas de evento.

Nesses formatos, formações mais discretas como duo ou trio acústico costumam funcionar melhor do que bandas completas, já que ocupam menos espaço físico e permitem fácil deslocamento entre diferentes pontos do evento, caso seja necessário. Em edições que reúnem várias empresas no mesmo espaço, como feiras setoriais, a música ao vivo também pode ser uma forma inteligente de diferenciar o estande da empresa contratante, criando um ponto de atração natural sem depender apenas de material promocional ou brindes.

O que muda entre trilha sonora ambiente e música ao vivo em evento corporativo?

A trilha sonora para evento corporativo pode ser tocada por playlist automática ou por músicos ao vivo, e a diferença está na capacidade de adaptação ao momento real do evento. Uma playlist segue uma ordem fixa, sem perceber se o salão está mais cheio, se uma fala importante está prestes a começar ou se o clima entre os convidados pede uma música mais animada. Músicos ao vivo, por outro lado, leem esses sinais em tempo real e ajustam volume, ritmo e até escolha de faixas conforme o evento se desenrola. Isso parece um detalhe pequeno, mas faz diferença enorme na experiência de quem está ali dentro, principalmente em eventos longos, como convenções que duram o dia inteiro.

Existe também a questão da presença física. Uma trilha sonora automática é praticamente invisível, o que às vezes é exatamente o que a empresa quer, mas em muitos casos a presença de músicos no palco ou em um canto estratégico do salão vira parte da cenografia do evento. Fotos e vídeos institucionais ficam com uma composição visual completamente diferente quando há músicos reais tocando ao fundo, em vez de apenas caixas de som. Empresas que investem em comunicação visual do evento, com fotos para redes sociais ou relatórios internos, costumam perceber esse ganho estético quase imediatamente nas primeiras imagens registradas.

Um ponto prático que vale considerar é o custo comparado entre os dois formatos ao longo do tempo. Trilha sonora automática tem custo inicial menor, mas não gera nenhum diferencial competitivo, já que qualquer empresa pode contratar o mesmo serviço com facilidade. Já a música ao vivo, mesmo exigindo investimento maior, cria uma experiência que dificilmente se repete de forma idêntica em outro evento, já que depende da interpretação dos músicos, do repertório escolhido e até da energia específica daquele grupo de convidados reunidos naquele dia. Para empresas que fazem eventos recorrentes, como convenções anuais, essa diferenciação ano a ano costuma pesar bastante na decisão final.

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Como funciona a contratação de músicos para eventos corporativos no Rio Grande do Sul?

Contratar músicos para eventos corporativos no Rio Grande do Sul geralmente começa com um briefing detalhado sobre o evento, seguido da indicação de formações compatíveis e, por fim, o alinhamento técnico e logístico antes da data. O briefing inicial costuma incluir informações como data, local, número de convidados, objetivo do evento e eventuais preferências de repertório. A partir disso, uma produtora de música ao vivo para eventos corporativos consegue sugerir formações que fazem sentido tanto para o orçamento disponível quanto para o clima que a empresa deseja criar naquele encontro específico.

Um detalhe importante para empresas de fora da região metropolitana é entender que a logística de deslocamento influencia diretamente o planejamento. Eventos no interior do estado ou na Serra Gaúcha, por exemplo, exigem uma antecedência maior na confirmação, já que envolvem deslocamento de equipamento, ensaios e, em alguns casos, hospedagem dos músicos quando o evento acontece em cidades mais distantes. Empresas que já organizaram eventos corporativos em diferentes regiões do RS costumam confirmar a formação musical com bastante antecedência justamente por causa dessa variável logística, que muda conforme a distância percorrida.

Vale destacar também que a experiência regional pesa bastante nesse tipo de contratação. Músicos e produtoras que já atuam há muitos anos em diferentes cidades do Rio Grande do Sul conhecem particularidades de espaços, fornecedores locais de som e até restrições específicas de determinados salões de eventos, o que evita imprevistos na hora da apresentação. Esse conhecimento acumulado, construído evento após evento ao longo dos anos, é algo que só se desenvolve com tempo de estrada, e faz diferença real na tranquilidade de quem está organizando o evento pela empresa contratante.

Você já parou para pensar em como o som de fundo do último evento da sua empresa influenciou a forma como os convidados se comportaram ali dentro? E se pudesse escolher de novo, mudaria a formação musical ou manteria a mesma escolha? Essas perguntas ajudam bastante na hora de planejar o próximo evento com mais clareza sobre o que realmente funcionou da última vez.

EnCantos 4 — Presto Produções

Perguntas Frequentes

Quanto tempo antes preciso contratar música ao vivo para um evento corporativo?

O ideal é fechar a contratação com pelo menos 30 dias de antecedência, principalmente para formações maiores ou eventos em datas de alta demanda, como dezembro.

É possível ter música ao vivo em eventos ao ar livre?

Sim, mas é preciso avaliar previamente questões como energia elétrica disponível, proteção contra clima e acústica do ambiente externo.

Duo acústico ou banda completa: qual escolher para um coquetel empresarial?

Para coquetéis e momentos de networking, o duo acústico costuma funcionar melhor, já que permite conversas paralelas sem competir com a música.

É possível personalizar o repertório para a identidade da empresa?

Sim, é comum incluir músicas específicas, temas da marca ou até jingles institucionais dentro do repertório apresentado durante o evento.

Música ao vivo funciona bem em eventos fora de Porto Alegre?

Sim, empresas com atuação em todo o Rio Grande do Sul conseguem levar diferentes formações musicais também para o interior e a Serra Gaúcha.

Se quiser ajuda para definir a formação musical ideal para o próximo evento da sua empresa, a PRESTO está à disposição para conversar sobre isso.

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Camerata PRESTO

Violinos 1
Rael Gobatto, spalla
David Garcia
Julia Todesco Varini**
Kauê Trojan**
João Pedro Ayres**

Violinos 2
Felipe Abel*
Henrique Macario Santos da Silva**
Eduardo Lautert
Guilherme Silveira**

Violas
Vinícius Reis*
Sophia Rech Willrich**
Cassiano Rocha
Matheus Rodrigues**

Violoncelos
Luyra Dutra*
Fabio Venturella
Isadora Gehres**
Paula Schaffer Saraiva**

Baixos
Filipe Muller*
Marcio Oliveira**

Clarinetas
Elimar Blazina**
Mirian Braga Dutra**

Fagotes
Davi Machado**
Isaac Marocco Vieira**

Trompetes
Elieser Fernandes Ribeiro**
Antônio Augusto Utzig**

Trombones
Paulo Fernando Ferreira**
Bruno Roldo Rudger**
Leandro Sudbrac**

Timpanos
André Franco**

Piano (preparação dos coros)
Eduardo Knob**

*Líder de Naipe

**Músico convidado

coral DE CÂMARA da ufSM

Sopranos
Luiza Morais de Azevedo
Maria Fernanda de Almeida Martins
Nathália Dal Carobo Reckelberg
Otavio Soares de Souza
Sophia Kiefer Lima


Contraltos
Lauren Tasquetto Toniolo
Luana Cristina Hahn
Luisa Freitas Garbosa
Mariana Lopes da Silva
Sara Dilly Scoralick Conceição


Tenores
Davi Janner Faller
Felipe Saldanha Pinto
Huilian Patrik Seidel
João Pedro Lima da Costa


Baixos
André Nadalon Bertoncheli
Mateus Henrique Granja Beledelli
Peterson Nascimento Machado
Vitor Gasperin

coral da ufrgs

Sopranos

Aline Almeida da Silva
Ana Karolina Ferreira Witt
Kai Luft Ribeiro
Iamassê da Silva Vieira
Jessica Arruda Ferreira de Santana
Júlia Longhi
Luiza Lamouche
Luiza Frasson
Luise Cristine Spieweck Fialho
Natália de Oliveira Pulcinelli

Contraltos

Atena Ramos Mallmann
Azair Salete Maurício Oliveira
Bernardete Pilatti
Denise M Zancan
Dorete Terezinha Simon
Eloísa Velter Christ Machry
Fátima Teixeira Correa
Fernanda Borges
Ligia Helena Veronese Freire
Luciane Ely
Melissa Webster
Norma Pessopani
Rafaela Milidiu Pereira
Raquel Giulian

Tenores

Andrey Schoier
Gregory Richard da Silva Rodrigues
Jan Luc Santos Tavares
Marcus Vinícius da Silva
Matheus Arruda Ferreira de Santana
Murilo Luft Ribeiro
Rafael Argenta Tams
Vinícius de Macedo Berghahn
Roddy Chincha Malpartida

Baixos

Alvaro Freire
Cleomar Silveira dos Santos
Gabriel Andrada Bandeira
João Pedro Blaschke Correa
Otho Pickrodt Silva
Pablo Gusmão Rodrigues
Rafael Gauer
Thales de Oliveira
Tiago Viegas da Silva

coro de câmara da pucrs

Sopranos
Calisa Dozza Barão*
Camila Minuzzi Zanchetta
Cristina Guerrero
Glória Maria de Lacerda Peixoto
Helenice Ramos dos Santos*
Juliana de Oliveira
Katia Ellis Schmitt Zanin
Lúcia Vellozo*
Magda Martins
Tânia Lunelli Nunes*
Vitória Krenzinger de Vargas


Contraltos
Adriana Crippa*
Amanda Elise Rosa dos Santos
Cleusa Tiba Casa Nova
Elisânia Venzke*
Flavia Koeche
Giulia Grandi
Karen Hofsetz*
Liege Abel
Magali Pozzobom Silva
Maria Lúcia Baur*
Pâmela Gabriela Santos*
Regina Conceição do Amaral Terra
Susana Lüders*
Suzana Matte Martins*
Vera Teixeira*


Tenores
Everton Tholozan
Juliano Quites da Paula
Paulo Alves de Souza
Paulo Martins Engel*
Rafael Bordini


Baixos
Paulo Gamboa Araújo

Madrigal presto

Alessandra Prates
Amanda Garcias
Antonio Henrique Nogueira
Carine Fick
Carla Becker
Carla Saueressig
Carlos Escher
Cassia Santo Vito
Cristiane Abreu
Cristin Schwambach
Daniel Becker
Daniel Martins
Ingrid Pereira
Jandir de Almeida
Janete Vargas
Jontas Paixão
Júlia Passos Simon
Júlia Queiroz Paludo
Lais Scherer Donini
Lúcia de Moura Passos
Marco Aurélio Scherer Bello
Maria de Lurdes Rohr
Maria Elisa Seger
Paloma Cordova
Rafael Brentano
Rafael Diesel
Rodrigo Braga
Sheila Vigarani
Suelen Suita
Tânia da Silva
Úrsula Pletsch

Carla Saueressig da Silva

Carla Saueressig da Silva nasceu em Novo Hamburgo, em 1979. É coralista desde a infância e sempre esteve envolvida em atividades musicais. 

Começou a estudar música na pré-adolescência, fazendo aulas de flauta doce. No mesmo período, foi aluna de teclado nos Canarinhos de Novo Hamburgo, onde fez também dois cursos intensivos de férias de técnica vocal, o que lhe possibilitou prestar assessoria de preparação vocal em um dos coros do seu pai e em grupos vocais da IECLB. Posteriormente, foi aluna de teclado e piano na Escola de Música Sol e Cia, em Novo Hamburgo. Tornou-se professora particular de teclado aos catorze anos. Cantou em vários corais da região. Ao longo de sua trajetória como coralista, teve diferentes preparadores vocais e participou de oficinas de técnica vocal. 

Executou a música em casamentos e outros eventos, sozinha e com parceiros musicais. Tem experiência em assessoria particular de canto. Atuou como musicista e coordenadora de grupos de canto em paróquias da IECLB durante muitos anos. 

É formada Bacharela em Teologia pela Faculdades EST (2007), em São Leopoldo, e atualmente está cursando Licenciatura em Música pelo Centro Universitário Claretiano.

Desde 2016, integra o coral Madrigal Presto, que tem João Paulo Sefrin como regente e Lucia Passos como preparadora vocal.

Sara Fleck Ramos

Sara Fleck Ramos, 21 anos, é natural de Novo Hamburgo e iniciou seus estudos de piano aos 12. Graduanda do Bacharelado em Piano pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na classe do professor Dr. André Loss e integrante da Orquestra do Instituto de Artes da UFRGS. Durante três anos, estudou piano no Curso de Extensão em Música da UFRGS. Foi aluna do Instituto Sonarte Canela, onde estudou Música de Câmara e Prática de Orquestra, também fazendo o trabalho de monitoria do curso de piano. Atua como professora de piano na Presto- Produções e Promoções Artísticas e faz apresentações como musicista convidada em orquestras e grupos de câmara.

Daniel Castilhos

Formado no Curso de Graduação em Música: Licenciatura – Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – UERGS.  Pós-graduando em Música pela UERGS. Professor de música no Clube do Professor Gaúcho e no Centro Cultural 25 de Julho, ambos em Porto Alegre/RS.

Professor de Música da Rede Municipal de Ensino de Campo Bom/RS. Tem participado como solista convidado em Orquestras como Orquestra de Câmara Fundarte, Orquestra de Câmara ULBRA, Orquestra Sphaera Mundi e Orquestra Sinfônica Villa-Lobos/SP.

Desenvolve trabalhos de música de câmara, com diversas formações instrumentais e integra o Quinteto Persch desde o início do grupo

Luyra Dutra

Luyra Dutra natural de Juiz de fora/MG é bacharel em violoncelo pela Universidade Federal de Minas Gerais.Durante a graduação participou como bolsista de diversos projetos de extensão voltados para o ensino além de ter sido estagiária do Centro de Musicalização Integrada da UFMG, como professora de violoncelo e musicalização infantil. Atualmente é professora na Presto Produções em São Leopoldo, Nova Estação Escola de artistas em Porto Alegre e na Orquestra Jovem de Gramado. Atua como violoncelista na Camerata Presto, na Orquestra Sinfônica de Gramado e participa de outros grupos pelo Rio Grande do Sul como convidada.

Franceli zimmer

Franceli Zimmer é Fonoaudióloga, Especialista em Voz, Professora de Técnica Vocal, Cantora, Regente Coral e Pós graduanda em Música com ênfase em Educação Musical. Estudou canto Lírico e Popular com renomados professores de quem recebeu aporte técnico para atuar profissionalmente.

Realizou masterclass de canto com Carla Maffioletti, Eiko Senda, Monica Wagabi, Cintia De Los Santos, Ricardo Barp, entre outros. Realizou cursos de regência coral com Mara Campos, Márcio Buzatto, Eduardo Fernandes, Linus Lerner, Pablo Trindad  Fez cursos e workshops na área do teatro com Zica Stockmanns, Camilo de Lélis, Raulino Prezzi, Raul Voges. Atuou como Preparadora Vocal em várias montagens teatrais como do Grupo Miseri Coloni, de Caxias do Sul -RS e Cia Acto de Garibaldi- RS.

Atualmente é Regente e presta Assessoria Fonoaudiológica ao Coro da Aabb de Garibaldi-RS, ao Coro Infantil, Juvenil e Adulto de Veranópolis-RS. Presta Assessoria Fonoaudiológica e faz a Preparação Vocal  do Coro Misto Piá, do Coro Masculino Stadtplatz e do Vocal Sem Batuta.

Atualmente faz a preparação vocal, atende clinicamente no seu consultório e acompanha a carreira de vários cantores, atores, e outros profissionais da voz falada e cantada.

Aprimora seu conhecimento acerca do Canto (técnica vocal) e Voz (saúde vocal) e Regência coral participando de congressos, seminários e oficinas sobre o assunto, e  estudando Canto há anos com a renomada professora Lúcia Passos em São Leopoldo- RS.

Deborah Finocchiaro

Deborah Finocchiaro estreou no teatro em 1985. Bacharel em Interpretação Teatral na Faculdade de Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1992), já participou de centenas de trabalhos como atriz no teatro, cinema e televisão. É também diretora, locutora, produtora, apresentadora, roteirista e ministrante. Ao longo de sua carreira, recebeu 33 prêmios, entre eles 9 de Melhor Espetáculo, 18 de Melhor Atriz, 1 de Melhor Direção, 1 de Melhor Texto Adaptado, 1 de Melhor Roteiro e 3 como Melhor Artista de Teatro. 

 

Em 1993 criou a Companhia de Solos & Bem Acompanhados, que tem em seu repertório, entre outros, os espetáculos “Pois é Vizinha…”, direção Deborah Finocchiaro (1993), “Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario Quintana”, direção Deborah Finocchiaro e Jessé Oliveira (2006 – além do espetáculo contém CD, lançado em 2015 e DVD, lançado em 2017), “GPS GAZA”, orientação Camila Bauer (2014); “Caio do Céu”, a partir da obra de Caio Fernando Abreu, direção Luís Artur Nunes (2017) e “Diário Secreto de Uma Secretária Bilingue”, direção de Vinícius Piedade e Deborah Finocchiaro (2019). Os projetos e “Histórias de Um Canto – Memórias de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul” (que consiste em um espetáculo solo, um recital, um show musical e um registro da obra em livro/CD – 2008), “Palavra de Bolso – Onde a Literatura ganha Voz” (2016), “Sarau Voador – Literatura e Improvisos Transcriados”(2018). As obras literomusicais: “A Espessura da Vida” (2018), “Leitura às Cegas” (2018); “Benção Poetinha”, a partir da obra de Vinicius de Morais (2018) e “Palavra Balada (2018). O espetáculo audiovisual “Invisíveis – Histórias Para Acordar”, direção Deborah Finocchiaro (2020) e a websérie “Confessionário Relatos de Casa”, direção Deborah Finocchiaro e Luiz Alberto Cassol (2020).  


Em 2014 foi a artista homenageada do 21º Festival Internacional de Teatro Porto Alegre Em Cena, ganhando a biografia “A Arte Transformadora”, escrita pelo jornalista Luiz Gonzaga Lopes, que integra o 5º volume da coleção Gaúchos Em Cena. Em 2020 foi tema do documentário “Deborah! O Ato da Casa”, longa-metragem produzido durante a quarentena, direção Luiz Alberto Cassol (2020). De 2009 a 2019 assinou a coluna de teatro na Rádio Band News FM Porto Alegre – 99,3.

gisele Cruz

Gisele Cruz é mestre em Ensino das Práticas Musicais pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e bacharel em música pela UNESP, tendo trabalhado por mais de 30 anos nos Centros de Música dos SESC SP. Ministra cursos de formação e capacitação de regentes e professores por todo o país. Atualmente é regente do VocalDante, grupos infantil e juvenil do Colégio Dante Alighieri (SP). É autora dos livros “Canto, canção, cantoria, como montar um coral infantil” publicado pelo SESC SP e, “Canto Coral Infanto-Juvenil” – versões para o educador e para o aluno – por solicitação e realização da AAPG – Associação de Amigos do Projeto Guri.

É autora colaboradora nos e-books “Cadernos do Painel – A preparação do regente”, org. Eduardo Lakschevitz (2016) e “Canto coral Infanto juvenil – ações e reflexões” org. Débora Andrade e Ana Gaborim (2020).

Site www.cantoecantoria.com.br

Cristiane Ferronato

É arte-educadora e regente Cristiane Ferronato utiliza a música como possibilidade para transcriação, valendo-se especialmente de práticas coletivas de percussão e canto coral para instigar potenciais de existência. Aprendeu com o sincretismo cultural brasileiro a valorizar e nutrir hibridismos artísticos durante mais de 20 anos de profissão. É Graduada em Pedagogia pela UCS (2003), Pós-Graduada em Capacitação Docente em Música Brasileira pela Anhembi Morumbi, de São Paulo (2006), e Mestre em História pela UCS (2020). Especializou-se como Educadora Brincante pelo “Instituto Brincante” (2007), de São Paulo, e também na pedagogia musical Orff-Schulwerk pelo “The San Francisco Orff Course” (2015), nos Estados Unidos. 

Na regência coral, inspirou-se conceitual e ideologicamente em profissionais como Mara Campos, Ana Yara Campos, Renato Filippini, Lucia Passos, Agnes Schmeling e Pablo Trindade Roballo, entre outros. Profissionais ligados à Educação Musical, como Fernando Barba, Marlui Miranda, Lydia Hortélio, Rosane Almeida, Sofia Lopez Ibor, Doug Goodkin, James Harding e Christa Coogan também nutriram suas aspirações artísticas. Ari Colares foi um de seus principais instigadores de estudos sobre percussão popular brasileira.

 

É diretora artística e regente dos espetáculos Moinho Nômade (2019-) e Contrapontos (2017-), com o Coro Juvenil do Moinho/UCS, e concebeu também os espetáculos Entre Elas (2011-2013), com as Meninas Cantoras de Nova Petrópolis e Cantos do Nosso Chão e Outros Cantos (2011-2012), com o Coro Infanto-Juvenil de Veranópolis e grupo Zingado.

Atualmente é professora no Curso de Licenciatura em Música da Universidade de Caxias do Sul e regente e diretora artística do Coro Juvenil do Moinho/UCS.

 

 

Informações sobre o produto de pesquisa do meu mestrado, que incluem um vídeo-documentário (Moinhos Artistadores de Histórias) e uma dissertação (Jovens que cantam em bando: uma prática interdisciplinar e contemporânea de canto coral em Caxias do Sul) podem ser conferidas no site: http://artistamentosembando.wixsite.com/cristianeferronato/mestrado

(vou falar desses produtos em meu vídeo/palestra)

E mais informações podem ser conferidas nas redes sociais do Coro Juvenil do Moinho/UCS, grupo atual com quem trabalho:

https://www.facebook.com/CoroJuvenildoMoinho/

https://www.instagram.com/corojuvenildomoinhoucs/

https://www.youtube.com/channel/UCwtivWHYc28R8UY5mJZkKTQ

regência Coral Adulto

  1. Pensando sobre Regência

O que é REGÊNCIA?

Pequeno histórico sobre a regência;

Afinal de contas, o que é REGER?

O que um regente deve saber para reger um coro?

Regência e técnica vocal – qual a relação entre elas?

O regente e o preparador vocal;

 

  1. Pensando sobre a Técnica

A postura do regente;

Postura inicial;

Preparação – levari – respiração;

Marcação de compassos de 2, 3 4 e 6 tempos;

Inícios e finalizações nos vários tempos de cada compasso;

Entradas e cortes das vozes no decorrer da música;

Mão direita e mão esquerda – quais suas funções?

 

  1. Pensando sobre a Prática

O regente deve ou pode cantar enquanto rege?

Como ler uma peça com o coro?

Como ensaiar uma peça?

 

Como ensaiar uma parte mais complexa de uma peça?

Como dar o tom de uma música para o coro?

Como escolher o repertório?

 

  1. Prática

Praticar, aos olhos da técnica de regência, trechos e/ou pequenas peças e

experimentar muitas sensações.

Carlos fecher

Carlos Völker-Fecher iniciou seus estudos de Música com Gilberto Bittencourt. Com ele teve seus primeiros passos também no estudo da Regência.

Formou-se em Regência pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, na classe de Ernani Aguiar, concluindo seu bacharelado com a ópera Der Freischütz.

Integrou a Equipe Curt Lange com Ernani Aguiar, Aluízio Viegas, Alex Milagres, Geraldo Barbosa e Francisco D’El Rey Duarte.

Foi regente do Coro Contraponto de 1990 até 2010. Com este coro conquistou as medalhas de bronze – coro masculino – e ouro – coro misto no Harmonie Festival 2005, ocorrido em Lindenholzhausen-Limburg, na Alemanha.

Atuou também como maestro de coro junto a diversos nomes da música popular.

Foi cantor lírico do Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Esteve à frente de diversas orquestras brasileiras, das quais destacamos a Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra de Câmara da UNIRIO, Rio Strings Orchestra, Orquestra Sinfônica Nacional.

Mestre em Música, com habilitação em Musicologia, defendeu a dissertação “Suíte Sinfônica n.1 ‘Paulista’, de Guerra-Peixe: um estudo da orquestração como retrato do folclore”.

Doutor em Música, na subárea Práticas Interpretativas/Regência Coral pela UFRJ, onde defendeu a tese “A Missa Afro-Brasileira de Carlos Alberto Pinto Fonseca perante as prescrições litúrgicas da tradição católica”.

É professor de Regência na Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e maestro e coordenador da Orquestra do Instituto de Artes da UFRGS.



João Antônio Borba

Em breve…

Vinicius Reis

Em breve

Luciano Reis

Iniciou seus estudos musicais em 1997  no Projeto Sinos Acorda da UNISINOS sob a orientação do maestro José Pedro Boéssio, desenvolvendo prática em orquestra e em grupos de câmara. Estudou viola com o Professor Delmar Breunig.  Atua em diversas formações camerísticas e também como professor de viola e violino em escolas e  projetos sociais na região.

Filipe Muller

Graduou-se na UFRGS no curso  Bacharelado em Contrabaixo e desde 2004 atua na Orquestra de Câmara Theatro São Pedro . De 2010 a 2017 atuou na Orquestra Filarmônica da PUC.

Desde 2015 atua na Orquestra Sinfônica de Gramado. Também trabalhou nas seguintes orquestras: Orquestra Sinfônica de Santa Catarina (2002 e 2003), Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica da UCS, Orquestra de Câmara da ULBRA, Orquestra Sacra da ULBRA, Orquestra Sinfônica da UNISINOS, Orquestra de Câmara da UNISC, Orquestra de Câmara de Feliz, Orquestra do Projeto Vésperas, Orquestra de Câmara SESI- Fundarte, Orquestra de Sopros do Centro Cultural Eintracht. Em 2020 passa a integrar a Camerata PRESTO.

Eduardo Lautert

Em breve

Castro Alves, poeta de nosso tempo?

Por que dar voz e palco a um poeta do século dezenove? Em que medida podem seus versos provocar os corações e mentes de uma outra época, submissa à magia das novas tecnologias e blindada pela linguagem da urgência e dos distanciamentos?

 

A resposta é menos complicada do que parece: Castro Alves é, mais do que nunca, um poeta contemporâneo. Sim, ele fala também a nosso tempo, através da indignação de seus versos. Porque, hoje, o mundo pode ser injusto e cruel, tantas vezes interessado na exclusão social, na exploração de outro tipo de senzala, na privação do mais sagrado dos direitos: o direito à Liberdade. Representam seus versos, assim, a voz dos injustiçados, dos perseguidos, dos insubmissos.

 

E, nos poemas que exaltam as guerras da Independência e do Paraguai novamente cresce a denúncia contra a indiferença – estigma também de nosso tempo. (“Quem dá aos pobres, empresta a Deus”)

 

Poeta sem rival da alma brasileira, traduziu com rara felicidade, a graça de um amor cheio de som e risos (“O laço de fita”) e a sensibilidade acolhedora da música. (“O fantasma e a canção”).

 

Por fim, e não menos importante, quantas vezes já se ouviu, nos bancos escolares e no saguão das bibliotecas, o hino apaixonado ao livro e às letras, marco civilizatório sem rival, traduzido em “O livro e a América”?

 

É preciso dizer mais? Ouçamos Castro Alves e nos rendamos a seus versos que transcendem o tempo e o espaço!

 

Elvira Coelho Hoffmann