Contratar músicos para evento corporativo no Rio Grande do Sul parece simples até o momento em que você começa a pesquisar e percebe a quantidade de opções, formatos e níveis de estrutura diferentes disponíveis no mercado. Esse guia existe para simplificar esse processo, mostrando exatamente os passos que reduzem risco e aumentam a chance de o seu evento sair como planejado.

Música ao vivo para eventos corporativos no Rio Grande do Sul — PRESTO Produções

Depois de acompanhar centenas de contratações ao longo de mais de 20 anos de atuação no estado, sabemos exatamente onde a maioria dos erros acontece: geralmente não é na escolha da formação musical em si, mas no processo de contratação mal conduzido antes do evento. Vamos direto aos pontos que realmente importam.

Por onde começar a busca por músicos para um evento corporativo no RS?

O primeiro passo é definir o momento do evento em que a música vai entrar e qual sensação ela precisa transmitir. Recepção, jantar, premiação e festa de confraternização têm necessidades completamente diferentes, e essa definição inicial já elimina boa parte das opções que não se encaixam no seu caso específico. Só depois disso faz sentido começar a pesquisar fornecedores.

Na hora de pesquisar, vale ir além de uma simples busca no Google. Pergunte para assessores de eventos, hotéis que já sediaram eventos corporativos e até colegas de outras empresas que já passaram por esse processo. Recomendações de quem já contratou costumam trazer informações que nenhum site institucional mostra, como pontualidade real, capacidade de adaptação e como a equipe se comportou diante de imprevistos.

Quais perguntas fazer antes de fechar contrato?

Existem perguntas que separam quem está realmente preparado para eventos corporativos de quem só tem experiência em festas privadas. Pergunte sobre o tempo de apresentação incluso, o repertório disponível, se existe equipamento de backup, e como a equipe lida com imprevistos técnicos. Pergunte também sobre a estrutura de sonorização e iluminação, e se esses itens já estão inclusos na proposta ou precisam ser contratados à parte.

Outra pergunta essencial, muitas vezes esquecida: quem exatamente vai se apresentar no seu evento? Algumas empresas de música ao vivo trabalham com um time rotativo de músicos, o que pode significar que o grupo que ensaiou o repertório não é necessariamente o mesmo que vai tocar no dia. Vale confirmar isso diretamente, principalmente quando o repertório foi customizado especificamente para o seu evento.

Formações musicais da PRESTO para eventos no RS

Como avaliar a experiência real de quem está oferecendo o serviço?

Vídeos e fotos em redes sociais mostram apenas o melhor momento de uma apresentação, raramente contam a história completa. Peça referências específicas de eventos corporativos já realizados, não apenas de casamentos ou festas privadas, já que a dinâmica de um evento empresarial é diferente: horários mais rígidos, presença de diretoria, necessidade de discrição em determinados momentos e, muitas vezes, um público mais exigente em relação a pontualidade e profissionalismo.

Tempo de mercado também conta bastante. Empresas com décadas de atuação contínua no Rio Grande do Sul já passaram por praticamente todo tipo de imprevisto possível e desenvolveram processos para lidar com eles sem que o público perceba. Isso é diferente de contratar músicos talentosos, mas sem esse histórico consolidado de eventos corporativos específicos.

Contratar músico avulso ou uma empresa estruturada, qual a diferença?

Um músico avulso, contratado diretamente sem intermediação, pode até custar menos à primeira vista, mas normalmente não oferece contrato formal, equipamento de backup, ou substituição em caso de imprevisto pessoal antes do evento. Já uma empresa estruturada, com equipe fixa e processos definidos, entrega uma camada extra de segurança que faz diferença justamente nos momentos em que algo foge do planejado.

Em eventos corporativos, onde a reputação da empresa contratante está em jogo diante de clientes e parceiros, essa segurança extra costuma valer o investimento adicional. Não é incomum ouvir relatos de eventos comprometidos por causa de um músico que teve um imprevisto de última hora e não tinha substituto disponível, algo que empresas com equipe e estrutura consolidada praticamente eliminam desse tipo de risco.

Quanto tempo de antecedência é necessário para contratar?

Como eventos corporativos costumam acontecer em dias úteis, geralmente existe mais flexibilidade de agenda do que em casamentos, que se concentram quase exclusivamente aos sábados. Ainda assim, o ideal é fechar a contratação com pelo menos 4 a 6 semanas de antecedência, garantindo tempo suficiente para curadoria de repertório, ensaios e ajustes finos antes do dia do evento.

Em períodos de alta demanda, como o fim de ano, quando confraternizações corporativas se concentram em poucas semanas, vale antecipar ainda mais essa contratação. Empresas de música ao vivo mais procuradas costumam ter agenda lotada nesse período, e deixar para última hora reduz bastante as opções disponíveis, principalmente das formações mais requisitadas.

Como garantir segurança jurídica na contratação?

Um contrato formal, com escopo detalhado, horários, condições de pagamento e cláusulas claras sobre cancelamento ou remarcação, não é burocracia desnecessária: é proteção para as duas partes. Em eventos corporativos, onde departamentos financeiros e jurídicos costumam revisar contratos antes de aprovar pagamentos, contar com essa documentação organizada facilita todo o processo interno da empresa contratante.

Vale também confirmar por escrito tudo o que foi combinado verbalmente durante as conversas de negociação: repertório, horário de chegada, tempo de apresentação, equipamento incluído e responsáveis pelo contato no dia do evento. Isso evita mal-entendidos e garante que ambas as partes estejam alinhadas sobre exatamente o que foi contratado.

Você já teve alguma experiência, boa ou ruim, contratando música ao vivo para um evento da sua empresa? Esse tipo de vivência costuma ensinar mais sobre o que realmente importa nessa contratação do que qualquer lista de dicas.

Quais documentos pedir da empresa de música ao vivo antes de contratar?

Além do contrato de prestação de serviço, vale pedir um documento simples que detalhe o repertório proposto, o roteiro de horários do dia do evento e os responsáveis pelo contato durante a apresentação. Esse tipo de documentação pode parecer excessiva para um evento menor, mas em eventos corporativos de médio a grande porte, onde várias áreas da empresa costumam estar envolvidas na organização, ter tudo documentado facilita a comunicação entre a equipe interna e o fornecedor contratado.

Empresas mais estruturadas também costumam fornecer comprovantes de regularidade fiscal, o que facilita bastante o processo de aprovação interna em empresas de médio e grande porte, onde departamentos financeiros exigem esse tipo de documentação antes de liberar qualquer pagamento. Se sua empresa trabalha com processos de compras mais formais, vale perguntar sobre isso logo no início da negociação, evitando atrasos na reta final antes do evento.

Quais são os erros mais comuns na contratação de música para eventos corporativos?

O erro mais frequente é deixar a contratação para muito perto da data do evento, reduzindo as opções disponíveis e a possibilidade de negociar condições melhores. Outro erro comum é não alinhar expectativas de repertório com clareza, resultando em uma apresentação tecnicamente boa, mas desconectada do perfil real dos convidados presentes.

Também é comum subestimar a importância da sonorização em espaços com acústica desafiadora, como salões com pé direito muito alto ou ambientes ao ar livre com ruído externo. Uma formação musical excelente pode soar mal se a estrutura de som não for adequada ao espaço, e esse é um detalhe técnico que só uma equipe experiente consegue avaliar corretamente antes do dia do evento. Por fim, muitas empresas deixam de formalizar por escrito solicitações especiais, como uma música específica para um momento de homenagem, confiando apenas na comunicação verbal durante reuniões de planejamento.

Como alinhar expectativas internas antes de contratar?

Antes de sair pesquisando fornecedores, vale reunir rapidamente as pessoas envolvidas na organização do evento e alinhar expectativas básicas: qual o orçamento disponível, qual o tom desejado para o evento, e quem vai ser o responsável final por aprovar a escolha da formação musical. Esse alinhamento interno evita um problema comum, que é negociar com um fornecedor durante semanas e, no fim, descobrir que a expectativa de outra área da empresa era completamente diferente.

Também vale definir com antecedência quem será o ponto de contato direto com a empresa de música ao vivo no dia do evento. Ter uma pessoa específica responsável por essa comunicação, em vez de múltiplos contatos dispersos, facilita bastante o alinhamento de qualquer ajuste de última hora que possa surgir durante a apresentação.

Qual o papel do assessor de eventos na contratação de música ao vivo?

Quando a empresa trabalha com um assessor ou uma produtora de eventos, esse profissional costuma ter contato direto com fornecedores de música ao vivo já conhecidos e testados, o que agiliza bastante o processo de contratação. Um bom assessor sabe recomendar a formação certa para o tipo específico de evento, baseado em experiências anteriores reais, não apenas em pesquisa online.

Mesmo quando existe um assessor envolvido, vale participar ativamente das decisões sobre música, principalmente em relação ao repertório e ao tom geral do evento. O assessor conhece o mercado, mas ninguém entende melhor a cultura e os objetivos da empresa do que quem está dentro dela, e esse conhecimento interno é fundamental para uma escolha realmente alinhada.

Checklist final antes de assinar o contrato

Antes de fechar qualquer contratação, vale revisar alguns pontos essenciais: número de músicos confirmado, tempo de apresentação detalhado, repertório alinhado por escrito, equipamento de som e luz definido, valor total e forma de pagamento claros, e uma cláusula de contingência caso algum imprevisto aconteça antes do evento. Ter essa checklist em mãos durante a negociação final reduz bastante o risco de surpresas desagradáveis.

Vale também confirmar o contato direto de quem estará no evento no dia da apresentação, garantindo uma linha de comunicação clara caso algum ajuste de última hora seja necessário. Esses detalhes podem parecer excessivos durante o planejamento, mas são exatamente esse tipo de cuidado que separa eventos corporativos que saem perfeitos daqueles que enfrentam algum tipo de imprevisto evitável.

O que fazer se algo sair diferente do combinado no dia do evento?

Mesmo com todo planejamento, imprevistos acontecem, e o que diferencia uma boa contratação de uma contratação problemática é justamente a capacidade de resposta diante desses imprevistos. Se algo sair diferente do combinado, o primeiro passo é conversar diretamente com o responsável da equipe musical presente no evento, buscando um ajuste rápido em vez de deixar o problema se arrastar durante toda a apresentação.

Ter um contrato bem definido, com escopo claro do que foi contratado, facilita bastante essa conversa caso seja necessário resolver alguma divergência depois do evento. Empresas de música ao vivo mais experientes já têm processos internos para lidar com esse tipo de situação de forma profissional, incluindo, quando aplicável, algum tipo de compensação ou ajuste caso o serviço entregue não corresponda ao que foi efetivamente contratado.

Vale fazer uma visita técnica antes do evento?

Para eventos maiores ou realizados em espaços com características específicas, como pé direito muito alto, acústica desafiadora ou infraestrutura elétrica limitada, uma visita técnica prévia da equipe musical ao local pode evitar surpresas no dia da apresentação. Essa visita permite avaliar posicionamento ideal dos instrumentos, necessidade de reforço de som e qualquer ajuste logístico necessário antes do evento.

Nem todo evento corporativo justifica esse nível de preparação, mas para convenções, congressos e eventos institucionais de grande porte, vale perguntar ao fornecedor se esse tipo de visita está incluída na proposta ou se pode ser solicitada separadamente. Empresas mais experientes costumam já ter esse processo estruturado, especialmente para locais onde ainda não realizaram eventos anteriormente.

Vale pedir mais de uma proposta antes de decidir?

Vale, e é uma prática que reduz bastante o risco de pagar mais do que o necessário ou de contratar um fornecedor que não é o mais adequado para o seu tipo de evento. Comparar pelo menos duas ou três propostas, sempre garantindo que estejam considerando o mesmo escopo de serviço, ajuda a entender o que realmente é padrão de mercado e o que é diferencial de cada fornecedor específico.

Ao mesmo tempo, vale evitar decidir apenas pelo número final de cada proposta, sem entender o que está incluso em cada uma delas. Uma proposta mais barata pode não incluir sonorização, por exemplo, enquanto outra já traz esse item embutido, o que muda completamente a comparação real de custo-benefício entre elas. Pedir esse detalhamento por escrito facilita bastante essa análise final.

Evento EnCantos PRESTO — demonstração ao vivo das formações musicais

O que diferencia uma contratação tranquila de uma contratação estressante

Depois de acompanhar centenas de contratações ao longo dos anos, fica claro que a diferença entre um processo tranquilo e um processo estressante raramente está na sorte. Está na quantidade de perguntas certas feitas antes de assinar o contrato, na clareza da comunicação entre as partes e na escolha de um fornecedor que realmente tem estrutura para lidar com imprevistos sem que isso vire um problema visível para os convidados.

Empresas que dedicam um pouco mais de tempo nessa etapa inicial de pesquisa e alinhamento praticamente eliminam os problemas mais comuns que costumam surgir em contratações feitas às pressas ou baseadas apenas no menor preço disponível. No fim, contratar música ao vivo para um evento corporativo no Rio Grande do Sul não precisa ser complicado, desde que o processo seja conduzido com a mesma atenção que se dedica a qualquer outra decisão estratégica da empresa.

Vale reforçar que essa atenção não precisa significar burocracia excessiva ou um processo demorado. Trata-se apenas de fazer as perguntas certas, no momento certo, para o fornecedor certo. Empresas que seguem esse caminho simples costumam relatar processos de contratação tranquilos, sem sobressaltos, e eventos que realmente entregam a experiência sonora planejada desde o início.

Se este é o seu primeiro evento corporativo organizando música ao vivo, não hesite em pedir orientação direta a quem já passou por esse processo centenas de vezes. Boas empresas do setor costumam ter prazer em esclarecer dúvidas antes mesmo de qualquer compromisso ser firmado, e essa conversa inicial já ajuda bastante a entender o que realmente faz sentido para o seu caso específico.

Cada evento corporativo tem particularidades próprias, seja pelo público presente, pelo espaço disponível ou pelos objetivos específicos daquele encontro. Um processo de contratação bem conduzido respeita essas particularidades desde a primeira conversa, em vez de tentar encaixar o seu evento em um formato padronizado que talvez não sirva exatamente para o que a sua empresa precisa entregar aos seus convidados.

No fim, contratar música ao vivo para um evento corporativo é uma decisão que combina critério técnico e sensibilidade sobre o que realmente vai gerar impacto positivo naquele contexto específico. Com o processo certo, essa contratação deixa de ser uma fonte de preocupação e passa a ser mais um elemento bem resolvido dentro do planejamento geral do evento, deixando espaço para que a equipe organizadora foque energia em outros detalhes que também merecem atenção antes do grande dia.

Se sua empresa está prestes a organizar seu primeiro grande evento corporativo com música ao vivo, guarde este guia como referência para as próximas contratações também. A experiência acumulada em cada evento realizado torna o processo seguinte ainda mais simples, e com o tempo, sua empresa desenvolve um olhar próprio sobre o que funciona melhor para o seu público e para a identidade que deseja transmitir em cada ocasião. Esse aprendizado contínuo é o que transforma a contratação de música ao vivo de uma tarefa pontual em uma competência real da equipe de eventos da empresa. Empresas que chegam a esse nível de maturidade organizacional tendem a planejar eventos com mais tranquilidade, sabendo exatamente o que perguntar, o que priorizar e onde vale a pena investir um pouco mais para garantir a experiência que desejam entregar.

Ailton Abreu, diretor da PRESTO Produções, mais de 20 anos de experiência no RS

Perguntas Frequentes

É melhor contratar um músico avulso ou uma empresa de música ao vivo?

Uma empresa estruturada, com equipe fixa e contrato formal, costuma oferecer mais segurança contra imprevistos do que a contratação direta de um músico avulso.

Com quanto tempo de antecedência devo contratar música ao vivo para meu evento corporativo?

O ideal é fechar com pelo menos 4 a 6 semanas de antecedência, e ainda mais cedo em períodos de alta demanda, como o fim de ano.

O que deve constar no contrato de contratação de música ao vivo?

Escopo detalhado do serviço, horários, repertório combinado, equipamento incluso, condições de pagamento e cláusulas de cancelamento ou remarcação.

Como saber se a empresa contratada tem experiência real em eventos corporativos?

Peça referências específicas de eventos corporativos já realizados, não apenas de casamentos, e pergunte sobre tempo de atuação no mercado.

Preciso pedir documentos fiscais da empresa de música ao vivo?

Se sua empresa exige esse tipo de comprovação para processos internos de compras, vale perguntar diretamente ao fornecedor logo no início da negociação.

A PRESTO atende empresas em todo o Rio Grande do Sul?

Sim, a PRESTO atende empresas, hotéis, associações e instituições em todo o Rio Grande do Sul, com mais de 20 anos de atuação contínua no estado.

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Camerata PRESTO

Violinos 1
Rael Gobatto, spalla
David Garcia
Julia Todesco Varini**
Kauê Trojan**
João Pedro Ayres**

Violinos 2
Felipe Abel*
Henrique Macario Santos da Silva**
Eduardo Lautert
Guilherme Silveira**

Violas
Vinícius Reis*
Sophia Rech Willrich**
Cassiano Rocha
Matheus Rodrigues**

Violoncelos
Luyra Dutra*
Fabio Venturella
Isadora Gehres**
Paula Schaffer Saraiva**

Baixos
Filipe Muller*
Marcio Oliveira**

Clarinetas
Elimar Blazina**
Mirian Braga Dutra**

Fagotes
Davi Machado**
Isaac Marocco Vieira**

Trompetes
Elieser Fernandes Ribeiro**
Antônio Augusto Utzig**

Trombones
Paulo Fernando Ferreira**
Bruno Roldo Rudger**
Leandro Sudbrac**

Timpanos
André Franco**

Piano (preparação dos coros)
Eduardo Knob**

*Líder de Naipe

**Músico convidado

coral DE CÂMARA da ufSM

Sopranos
Luiza Morais de Azevedo
Maria Fernanda de Almeida Martins
Nathália Dal Carobo Reckelberg
Otavio Soares de Souza
Sophia Kiefer Lima


Contraltos
Lauren Tasquetto Toniolo
Luana Cristina Hahn
Luisa Freitas Garbosa
Mariana Lopes da Silva
Sara Dilly Scoralick Conceição


Tenores
Davi Janner Faller
Felipe Saldanha Pinto
Huilian Patrik Seidel
João Pedro Lima da Costa


Baixos
André Nadalon Bertoncheli
Mateus Henrique Granja Beledelli
Peterson Nascimento Machado
Vitor Gasperin

coral da ufrgs

Sopranos

Aline Almeida da Silva
Ana Karolina Ferreira Witt
Kai Luft Ribeiro
Iamassê da Silva Vieira
Jessica Arruda Ferreira de Santana
Júlia Longhi
Luiza Lamouche
Luiza Frasson
Luise Cristine Spieweck Fialho
Natália de Oliveira Pulcinelli

Contraltos

Atena Ramos Mallmann
Azair Salete Maurício Oliveira
Bernardete Pilatti
Denise M Zancan
Dorete Terezinha Simon
Eloísa Velter Christ Machry
Fátima Teixeira Correa
Fernanda Borges
Ligia Helena Veronese Freire
Luciane Ely
Melissa Webster
Norma Pessopani
Rafaela Milidiu Pereira
Raquel Giulian

Tenores

Andrey Schoier
Gregory Richard da Silva Rodrigues
Jan Luc Santos Tavares
Marcus Vinícius da Silva
Matheus Arruda Ferreira de Santana
Murilo Luft Ribeiro
Rafael Argenta Tams
Vinícius de Macedo Berghahn
Roddy Chincha Malpartida

Baixos

Alvaro Freire
Cleomar Silveira dos Santos
Gabriel Andrada Bandeira
João Pedro Blaschke Correa
Otho Pickrodt Silva
Pablo Gusmão Rodrigues
Rafael Gauer
Thales de Oliveira
Tiago Viegas da Silva

coro de câmara da pucrs

Sopranos
Calisa Dozza Barão*
Camila Minuzzi Zanchetta
Cristina Guerrero
Glória Maria de Lacerda Peixoto
Helenice Ramos dos Santos*
Juliana de Oliveira
Katia Ellis Schmitt Zanin
Lúcia Vellozo*
Magda Martins
Tânia Lunelli Nunes*
Vitória Krenzinger de Vargas


Contraltos
Adriana Crippa*
Amanda Elise Rosa dos Santos
Cleusa Tiba Casa Nova
Elisânia Venzke*
Flavia Koeche
Giulia Grandi
Karen Hofsetz*
Liege Abel
Magali Pozzobom Silva
Maria Lúcia Baur*
Pâmela Gabriela Santos*
Regina Conceição do Amaral Terra
Susana Lüders*
Suzana Matte Martins*
Vera Teixeira*


Tenores
Everton Tholozan
Juliano Quites da Paula
Paulo Alves de Souza
Paulo Martins Engel*
Rafael Bordini


Baixos
Paulo Gamboa Araújo

Madrigal presto

Alessandra Prates
Amanda Garcias
Antonio Henrique Nogueira
Carine Fick
Carla Becker
Carla Saueressig
Carlos Escher
Cassia Santo Vito
Cristiane Abreu
Cristin Schwambach
Daniel Becker
Daniel Martins
Ingrid Pereira
Jandir de Almeida
Janete Vargas
Jontas Paixão
Júlia Passos Simon
Júlia Queiroz Paludo
Lais Scherer Donini
Lúcia de Moura Passos
Marco Aurélio Scherer Bello
Maria de Lurdes Rohr
Maria Elisa Seger
Paloma Cordova
Rafael Brentano
Rafael Diesel
Rodrigo Braga
Sheila Vigarani
Suelen Suita
Tânia da Silva
Úrsula Pletsch

Carla Saueressig da Silva

Carla Saueressig da Silva nasceu em Novo Hamburgo, em 1979. É coralista desde a infância e sempre esteve envolvida em atividades musicais. 

Começou a estudar música na pré-adolescência, fazendo aulas de flauta doce. No mesmo período, foi aluna de teclado nos Canarinhos de Novo Hamburgo, onde fez também dois cursos intensivos de férias de técnica vocal, o que lhe possibilitou prestar assessoria de preparação vocal em um dos coros do seu pai e em grupos vocais da IECLB. Posteriormente, foi aluna de teclado e piano na Escola de Música Sol e Cia, em Novo Hamburgo. Tornou-se professora particular de teclado aos catorze anos. Cantou em vários corais da região. Ao longo de sua trajetória como coralista, teve diferentes preparadores vocais e participou de oficinas de técnica vocal. 

Executou a música em casamentos e outros eventos, sozinha e com parceiros musicais. Tem experiência em assessoria particular de canto. Atuou como musicista e coordenadora de grupos de canto em paróquias da IECLB durante muitos anos. 

É formada Bacharela em Teologia pela Faculdades EST (2007), em São Leopoldo, e atualmente está cursando Licenciatura em Música pelo Centro Universitário Claretiano.

Desde 2016, integra o coral Madrigal Presto, que tem João Paulo Sefrin como regente e Lucia Passos como preparadora vocal.

Sara Fleck Ramos

Sara Fleck Ramos, 21 anos, é natural de Novo Hamburgo e iniciou seus estudos de piano aos 12. Graduanda do Bacharelado em Piano pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na classe do professor Dr. André Loss e integrante da Orquestra do Instituto de Artes da UFRGS. Durante três anos, estudou piano no Curso de Extensão em Música da UFRGS. Foi aluna do Instituto Sonarte Canela, onde estudou Música de Câmara e Prática de Orquestra, também fazendo o trabalho de monitoria do curso de piano. Atua como professora de piano na Presto- Produções e Promoções Artísticas e faz apresentações como musicista convidada em orquestras e grupos de câmara.

Daniel Castilhos

Formado no Curso de Graduação em Música: Licenciatura – Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – UERGS.  Pós-graduando em Música pela UERGS. Professor de música no Clube do Professor Gaúcho e no Centro Cultural 25 de Julho, ambos em Porto Alegre/RS.

Professor de Música da Rede Municipal de Ensino de Campo Bom/RS. Tem participado como solista convidado em Orquestras como Orquestra de Câmara Fundarte, Orquestra de Câmara ULBRA, Orquestra Sphaera Mundi e Orquestra Sinfônica Villa-Lobos/SP.

Desenvolve trabalhos de música de câmara, com diversas formações instrumentais e integra o Quinteto Persch desde o início do grupo

Luyra Dutra

Luyra Dutra natural de Juiz de fora/MG é bacharel em violoncelo pela Universidade Federal de Minas Gerais.Durante a graduação participou como bolsista de diversos projetos de extensão voltados para o ensino além de ter sido estagiária do Centro de Musicalização Integrada da UFMG, como professora de violoncelo e musicalização infantil. Atualmente é professora na Presto Produções em São Leopoldo, Nova Estação Escola de artistas em Porto Alegre e na Orquestra Jovem de Gramado. Atua como violoncelista na Camerata Presto, na Orquestra Sinfônica de Gramado e participa de outros grupos pelo Rio Grande do Sul como convidada.

Franceli zimmer

Franceli Zimmer é Fonoaudióloga, Especialista em Voz, Professora de Técnica Vocal, Cantora, Regente Coral e Pós graduanda em Música com ênfase em Educação Musical. Estudou canto Lírico e Popular com renomados professores de quem recebeu aporte técnico para atuar profissionalmente.

Realizou masterclass de canto com Carla Maffioletti, Eiko Senda, Monica Wagabi, Cintia De Los Santos, Ricardo Barp, entre outros. Realizou cursos de regência coral com Mara Campos, Márcio Buzatto, Eduardo Fernandes, Linus Lerner, Pablo Trindad  Fez cursos e workshops na área do teatro com Zica Stockmanns, Camilo de Lélis, Raulino Prezzi, Raul Voges. Atuou como Preparadora Vocal em várias montagens teatrais como do Grupo Miseri Coloni, de Caxias do Sul -RS e Cia Acto de Garibaldi- RS.

Atualmente é Regente e presta Assessoria Fonoaudiológica ao Coro da Aabb de Garibaldi-RS, ao Coro Infantil, Juvenil e Adulto de Veranópolis-RS. Presta Assessoria Fonoaudiológica e faz a Preparação Vocal  do Coro Misto Piá, do Coro Masculino Stadtplatz e do Vocal Sem Batuta.

Atualmente faz a preparação vocal, atende clinicamente no seu consultório e acompanha a carreira de vários cantores, atores, e outros profissionais da voz falada e cantada.

Aprimora seu conhecimento acerca do Canto (técnica vocal) e Voz (saúde vocal) e Regência coral participando de congressos, seminários e oficinas sobre o assunto, e  estudando Canto há anos com a renomada professora Lúcia Passos em São Leopoldo- RS.

Deborah Finocchiaro

Deborah Finocchiaro estreou no teatro em 1985. Bacharel em Interpretação Teatral na Faculdade de Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1992), já participou de centenas de trabalhos como atriz no teatro, cinema e televisão. É também diretora, locutora, produtora, apresentadora, roteirista e ministrante. Ao longo de sua carreira, recebeu 33 prêmios, entre eles 9 de Melhor Espetáculo, 18 de Melhor Atriz, 1 de Melhor Direção, 1 de Melhor Texto Adaptado, 1 de Melhor Roteiro e 3 como Melhor Artista de Teatro. 

 

Em 1993 criou a Companhia de Solos & Bem Acompanhados, que tem em seu repertório, entre outros, os espetáculos “Pois é Vizinha…”, direção Deborah Finocchiaro (1993), “Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario Quintana”, direção Deborah Finocchiaro e Jessé Oliveira (2006 – além do espetáculo contém CD, lançado em 2015 e DVD, lançado em 2017), “GPS GAZA”, orientação Camila Bauer (2014); “Caio do Céu”, a partir da obra de Caio Fernando Abreu, direção Luís Artur Nunes (2017) e “Diário Secreto de Uma Secretária Bilingue”, direção de Vinícius Piedade e Deborah Finocchiaro (2019). Os projetos e “Histórias de Um Canto – Memórias de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul” (que consiste em um espetáculo solo, um recital, um show musical e um registro da obra em livro/CD – 2008), “Palavra de Bolso – Onde a Literatura ganha Voz” (2016), “Sarau Voador – Literatura e Improvisos Transcriados”(2018). As obras literomusicais: “A Espessura da Vida” (2018), “Leitura às Cegas” (2018); “Benção Poetinha”, a partir da obra de Vinicius de Morais (2018) e “Palavra Balada (2018). O espetáculo audiovisual “Invisíveis – Histórias Para Acordar”, direção Deborah Finocchiaro (2020) e a websérie “Confessionário Relatos de Casa”, direção Deborah Finocchiaro e Luiz Alberto Cassol (2020).  


Em 2014 foi a artista homenageada do 21º Festival Internacional de Teatro Porto Alegre Em Cena, ganhando a biografia “A Arte Transformadora”, escrita pelo jornalista Luiz Gonzaga Lopes, que integra o 5º volume da coleção Gaúchos Em Cena. Em 2020 foi tema do documentário “Deborah! O Ato da Casa”, longa-metragem produzido durante a quarentena, direção Luiz Alberto Cassol (2020). De 2009 a 2019 assinou a coluna de teatro na Rádio Band News FM Porto Alegre – 99,3.

gisele Cruz

Gisele Cruz é mestre em Ensino das Práticas Musicais pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e bacharel em música pela UNESP, tendo trabalhado por mais de 30 anos nos Centros de Música dos SESC SP. Ministra cursos de formação e capacitação de regentes e professores por todo o país. Atualmente é regente do VocalDante, grupos infantil e juvenil do Colégio Dante Alighieri (SP). É autora dos livros “Canto, canção, cantoria, como montar um coral infantil” publicado pelo SESC SP e, “Canto Coral Infanto-Juvenil” – versões para o educador e para o aluno – por solicitação e realização da AAPG – Associação de Amigos do Projeto Guri.

É autora colaboradora nos e-books “Cadernos do Painel – A preparação do regente”, org. Eduardo Lakschevitz (2016) e “Canto coral Infanto juvenil – ações e reflexões” org. Débora Andrade e Ana Gaborim (2020).

Site www.cantoecantoria.com.br

Cristiane Ferronato

É arte-educadora e regente Cristiane Ferronato utiliza a música como possibilidade para transcriação, valendo-se especialmente de práticas coletivas de percussão e canto coral para instigar potenciais de existência. Aprendeu com o sincretismo cultural brasileiro a valorizar e nutrir hibridismos artísticos durante mais de 20 anos de profissão. É Graduada em Pedagogia pela UCS (2003), Pós-Graduada em Capacitação Docente em Música Brasileira pela Anhembi Morumbi, de São Paulo (2006), e Mestre em História pela UCS (2020). Especializou-se como Educadora Brincante pelo “Instituto Brincante” (2007), de São Paulo, e também na pedagogia musical Orff-Schulwerk pelo “The San Francisco Orff Course” (2015), nos Estados Unidos. 

Na regência coral, inspirou-se conceitual e ideologicamente em profissionais como Mara Campos, Ana Yara Campos, Renato Filippini, Lucia Passos, Agnes Schmeling e Pablo Trindade Roballo, entre outros. Profissionais ligados à Educação Musical, como Fernando Barba, Marlui Miranda, Lydia Hortélio, Rosane Almeida, Sofia Lopez Ibor, Doug Goodkin, James Harding e Christa Coogan também nutriram suas aspirações artísticas. Ari Colares foi um de seus principais instigadores de estudos sobre percussão popular brasileira.

 

É diretora artística e regente dos espetáculos Moinho Nômade (2019-) e Contrapontos (2017-), com o Coro Juvenil do Moinho/UCS, e concebeu também os espetáculos Entre Elas (2011-2013), com as Meninas Cantoras de Nova Petrópolis e Cantos do Nosso Chão e Outros Cantos (2011-2012), com o Coro Infanto-Juvenil de Veranópolis e grupo Zingado.

Atualmente é professora no Curso de Licenciatura em Música da Universidade de Caxias do Sul e regente e diretora artística do Coro Juvenil do Moinho/UCS.

 

 

Informações sobre o produto de pesquisa do meu mestrado, que incluem um vídeo-documentário (Moinhos Artistadores de Histórias) e uma dissertação (Jovens que cantam em bando: uma prática interdisciplinar e contemporânea de canto coral em Caxias do Sul) podem ser conferidas no site: http://artistamentosembando.wixsite.com/cristianeferronato/mestrado

(vou falar desses produtos em meu vídeo/palestra)

E mais informações podem ser conferidas nas redes sociais do Coro Juvenil do Moinho/UCS, grupo atual com quem trabalho:

https://www.facebook.com/CoroJuvenildoMoinho/

https://www.instagram.com/corojuvenildomoinhoucs/

https://www.youtube.com/channel/UCwtivWHYc28R8UY5mJZkKTQ

regência Coral Adulto

  1. Pensando sobre Regência

O que é REGÊNCIA?

Pequeno histórico sobre a regência;

Afinal de contas, o que é REGER?

O que um regente deve saber para reger um coro?

Regência e técnica vocal – qual a relação entre elas?

O regente e o preparador vocal;

 

  1. Pensando sobre a Técnica

A postura do regente;

Postura inicial;

Preparação – levari – respiração;

Marcação de compassos de 2, 3 4 e 6 tempos;

Inícios e finalizações nos vários tempos de cada compasso;

Entradas e cortes das vozes no decorrer da música;

Mão direita e mão esquerda – quais suas funções?

 

  1. Pensando sobre a Prática

O regente deve ou pode cantar enquanto rege?

Como ler uma peça com o coro?

Como ensaiar uma peça?

 

Como ensaiar uma parte mais complexa de uma peça?

Como dar o tom de uma música para o coro?

Como escolher o repertório?

 

  1. Prática

Praticar, aos olhos da técnica de regência, trechos e/ou pequenas peças e

experimentar muitas sensações.

Carlos fecher

Carlos Völker-Fecher iniciou seus estudos de Música com Gilberto Bittencourt. Com ele teve seus primeiros passos também no estudo da Regência.

Formou-se em Regência pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, na classe de Ernani Aguiar, concluindo seu bacharelado com a ópera Der Freischütz.

Integrou a Equipe Curt Lange com Ernani Aguiar, Aluízio Viegas, Alex Milagres, Geraldo Barbosa e Francisco D’El Rey Duarte.

Foi regente do Coro Contraponto de 1990 até 2010. Com este coro conquistou as medalhas de bronze – coro masculino – e ouro – coro misto no Harmonie Festival 2005, ocorrido em Lindenholzhausen-Limburg, na Alemanha.

Atuou também como maestro de coro junto a diversos nomes da música popular.

Foi cantor lírico do Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Esteve à frente de diversas orquestras brasileiras, das quais destacamos a Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra de Câmara da UNIRIO, Rio Strings Orchestra, Orquestra Sinfônica Nacional.

Mestre em Música, com habilitação em Musicologia, defendeu a dissertação “Suíte Sinfônica n.1 ‘Paulista’, de Guerra-Peixe: um estudo da orquestração como retrato do folclore”.

Doutor em Música, na subárea Práticas Interpretativas/Regência Coral pela UFRJ, onde defendeu a tese “A Missa Afro-Brasileira de Carlos Alberto Pinto Fonseca perante as prescrições litúrgicas da tradição católica”.

É professor de Regência na Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e maestro e coordenador da Orquestra do Instituto de Artes da UFRGS.



João Antônio Borba

Em breve…

Vinicius Reis

Em breve

Luciano Reis

Iniciou seus estudos musicais em 1997  no Projeto Sinos Acorda da UNISINOS sob a orientação do maestro José Pedro Boéssio, desenvolvendo prática em orquestra e em grupos de câmara. Estudou viola com o Professor Delmar Breunig.  Atua em diversas formações camerísticas e também como professor de viola e violino em escolas e  projetos sociais na região.

Filipe Muller

Graduou-se na UFRGS no curso  Bacharelado em Contrabaixo e desde 2004 atua na Orquestra de Câmara Theatro São Pedro . De 2010 a 2017 atuou na Orquestra Filarmônica da PUC.

Desde 2015 atua na Orquestra Sinfônica de Gramado. Também trabalhou nas seguintes orquestras: Orquestra Sinfônica de Santa Catarina (2002 e 2003), Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica da UCS, Orquestra de Câmara da ULBRA, Orquestra Sacra da ULBRA, Orquestra Sinfônica da UNISINOS, Orquestra de Câmara da UNISC, Orquestra de Câmara de Feliz, Orquestra do Projeto Vésperas, Orquestra de Câmara SESI- Fundarte, Orquestra de Sopros do Centro Cultural Eintracht. Em 2020 passa a integrar a Camerata PRESTO.

Eduardo Lautert

Em breve

Castro Alves, poeta de nosso tempo?

Por que dar voz e palco a um poeta do século dezenove? Em que medida podem seus versos provocar os corações e mentes de uma outra época, submissa à magia das novas tecnologias e blindada pela linguagem da urgência e dos distanciamentos?

 

A resposta é menos complicada do que parece: Castro Alves é, mais do que nunca, um poeta contemporâneo. Sim, ele fala também a nosso tempo, através da indignação de seus versos. Porque, hoje, o mundo pode ser injusto e cruel, tantas vezes interessado na exclusão social, na exploração de outro tipo de senzala, na privação do mais sagrado dos direitos: o direito à Liberdade. Representam seus versos, assim, a voz dos injustiçados, dos perseguidos, dos insubmissos.

 

E, nos poemas que exaltam as guerras da Independência e do Paraguai novamente cresce a denúncia contra a indiferença – estigma também de nosso tempo. (“Quem dá aos pobres, empresta a Deus”)

 

Poeta sem rival da alma brasileira, traduziu com rara felicidade, a graça de um amor cheio de som e risos (“O laço de fita”) e a sensibilidade acolhedora da música. (“O fantasma e a canção”).

 

Por fim, e não menos importante, quantas vezes já se ouviu, nos bancos escolares e no saguão das bibliotecas, o hino apaixonado ao livro e às letras, marco civilizatório sem rival, traduzido em “O livro e a América”?

 

É preciso dizer mais? Ouçamos Castro Alves e nos rendamos a seus versos que transcendem o tempo e o espaço!

 

Elvira Coelho Hoffmann